terça-feira, 17 de outubro de 2017

Redação do Enem que desrespeitar direitos humanos pode receber nota zero



Poderá receber nota zero na redação quem defender ideias como defesa de tortura, mutilação, execução sumária e qualquer forma de "justiça com as próprias mãos"

BRASÍLIA - Entre as regras serem seguidas pelos candidatos que vão fazer o Exame Nacional do Ensino Médio - Enem na elaboração da prova de redação estão o respeito aos direitos humanos. Quem defender ideias avaliadas como contrárias aos direitos humanos poderá receber nota zero na redação.
De acordo com a Cartilha do Participante - Redação do Enem 2017 -, divulgada nesta segunda-feira, 16, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais - Inep, algumas ideias e ações serão sempre avaliadas como contrárias aos direitos humanos, como: defesa de tortura, mutilação, execuçao sumária e qualquer forma de "justiça com as próprias mãos", isto é, sem a intervenção de instituições sociais devidamente autorizadas.
Também ferem os direitos humanos a incitação a qualquer tipo de violência motivada por questões de raça, etnia, gênero, credo, condição física, origem geográfica ou socioeconômica e a explicitação de qualquer forma de discurso de ódio voltado contra grupos sociais específicos. Segundo o Inep, apesar de a referência aos direitos humanos ocorrer apenas em uma das cinco competências avaliadas, a menção ou a apologia a tais ideias, em qualquer parte do texto, pode anular a prova.
No ano passado, quando o tema da redação foi "caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil", foram anuladas as redações que feriram os direitos humanos porque incitaram ideias de violência ou de perseguição contra seguidores de qualquer religião, filosofia, doutrina, seita, inclusive o ateísmo ou quaisquer outras manifestações religiosas, além de ideias de cerceamento da liberdade de ter ou adotar religião ou crença e que tenham defendido a destruição de vidas, imagens, roupas e objetos ritualísticos.
De acordo com o Inep, a prova de redação do Enem sempre exigiu que o participante respeite os direitos humanos, mas, desde 2013, o edital do exame tornou obrigatório o respeito ao tema, sob pena de a redação receber nota zero.
A prova de redação, que será aplicada no dia 5 de novembro, exige que a produção de um texto em prosa, do tipo dissertativo-argumentativo, sobre um tema de ordem social, científica, cultural ou política. O candidato deve apresentar uma proposta de solução para o problema proposto, a chamada intervenção, respeitando os direitos humanos. Também deve ser apresentada uma referência textual sobre o tema.

Fonte: Agencia Brasil / redação@diariodoam.com.br
http://diariodoamazonas.com.br/cidades/amazonas/educacao/redacao-do-enem-que-desrespeitar-direitos-humanos-pode-receber-nota-zero/

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Base Nacional Comum Curricular prevê integração entre conteúdo, formação docente, material didático e avaliações


SÃO PAULO -  Quando um aluno deve saber calcular porcentagem ou a partir de que momento a criança deve ser capaz de escrever uma carta simples? É para indicar com precisão as competências que todos estudantes têm o direito de desenvolver a cada ano de escolaridade - da educação infantil ao ensino médio - que foi criada a Base Nacional Comum Curricular - BNCC.
Das nações que hoje são referências de qualidade na educação, todas passaram por revisões curriculares e o documento brasileiro é fruto de um processo que começou em 2014 e teve a participação de governos, professores e especialistas. "A Base representa uma avanço consistente, de política de Estado e que deve ser assegurado", afirma Ghisleine Trigo Silveira, coordenadora da versão 3 da BNCC.
A educadora explica que a BNCC é uma referência nacional obrigatória, mas não se pode confundi-la com o currículo. "O papel da Base será justamente o de orientar a revisão e a elaboração dos currículos nos Estados e nos municípios. Os sistemas podem interagir para que temáticas seja ampliadas ou especificadas para atender questões regionais, desde que as competências sejam desenvolvidas".
Em miúdos, a BNCC dá o rumo e indica aonde se quer chegar. Mas são os currículos que vão definir os caminhos. Independentemente da estratégia curricular, o importante é garantir que um estudante matriculado no segundo ano do fundamental em uma escola pública do interior do Acre, por exemplo, tenha o direito de desenvolver as mesmas competências e habilidades que uma criança da mesma série que frequenta um colégio particular em Curitiba.

PROTAGONISMO DO ALUNO

Para que a BNCC consiga ser traduzida em melhoria do aprendizado e mais equidade, no entanto, é preciso envolver todo o sistema: preparar os docentes na formação inicial e na formação continuada a partir desse novo parâmetro, garantir que os materiais didáticos - de livros a aulas digitais estejam alinhados e, por fim, ajustar as avaliações nacionais para que fiquem coerentes com as novas diretrizes.
"São ações que têm de acontecer de forma concomitante. Será um esforço, mas já está mais que na hora de fazermos isso em prol dos alunos", afirma Claudia Costin, professora visitante de Harvard e ex-diretora de Educação do Banco Mundial. "O livro didático precisa dialogar com o currículo, professores têm de saber aplicar o conteúdo e as escolas precisam ter infraestrutura para garantir que o processo aconteça".
Tudo isso sem perder de vista o protagonismo do aluno e sua formação crítica para cidadania, um princípio manifesto linha a linha nas competências descritas para cada uma das disciplinas, mesmo naquelas em que isso parece mais improvável.
"Até recentemente, em matemática, o foco no ensino médio era ensinar fórmulas para quem vai fazer vestibular", afirma João Bosco Pitombeira, um dos redatores de Matemática da BNCC. "A Base tirou o foco disso e considera, por exemplo, que saber ler e interpretar uma informação estatística e chegar a conclusões sobre ela é vital para a construção da cidadania".
Em História, o desafio é instigar um raciocínio que não seja dual: "entre a bruxa e a princesa há uma série de variáveis e o professor tem de trabalhar com todas elas", exemplifica Janice Theodoro da Silva, do departamento de História da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da USP. "O objetivo é desenvolver a inteligência desse sujeito. É um longo caminho. Mas a educação é um longo caminho".

Fonte: www.folha.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Bolsas ajudam quem quer voltar a estudar depois de adulto


Renata retomou os estudos depois de ganhar a bolsa do Educa Mais Brasil (Foto: Arquivo pessoal)
A alternativa para quem quer concluir os estudos, a modalidade de ensino Educação para Jovens Adultos - EJA tem hoje mais de 3,4 milhões de alunos no país. São estudantes que, por diferentes motivos, tiveram de abandonar a sala de aula e agora retornam em busca de melhores oportunidade e colocação no mercado de trabalho.
Não há idade limite para voltar a estudar. Exemplo disso é a história da Renata Santos, 38 anos, que no ano passado retornou à rotina com livros e cadernos. Agora em agosto, ela se forma no Ensino Médio e já tem planos de cursar a faculdade de Enfermagem.
O caminho até voltar à escola foi longo. Aos 25 anos, Renata ainda cursava a 8ª série do Ensino Fundamental. como não tinha mais a idade padrão para a série que frequentava, assistia às aulas em uma turma separada. Trabalhava fazendo faxinas e não conseguia conciliar as duas atividades.
Precisou priorizar o emprego e abandonou os estudos. Apesar disso, Renata sempre manteve o sonho de voltar para o mundo dos livros e do conhecimento. Até que ficou sabendo das bolsas do Educa Mais Brasil para a modalidade EJA. "Queria voltar, mas não conseguia porque precisava de algum dinheiro para pagar os estudos. Até que fiquei sabendo da bolsa do Educa Mais Brasil. Foi fundamental para eu acabar o Ensino Médio. Se não tivesse a bolsa não conseguiria voltar para a sala de aula", conta Renata.
Hoje, Renata estuda no Colégio Delta, em Aracaju-Sergipe, instituição privada onde há aproximadamente 150 alunos na modalidade EJA. A história dela é bem parecida com a de outros estudantes brasileiros, diz a coordenadora do Ensino Médio e EJA, Adriana Prado Silva. "Infelizmente, a maior causa do abandono escolar é financeira. Muitos alunos têm que escolher entre trabalhar ou estudar.

DO DESEMPREGO À CONTRATAÇÃO

A operadora de caixa Karoline Gadelha, 24 anos, tem uma história inspiradora para quem acredita no poder da educação. Natural do Amazonas, ela havia abandonado o segundo ano do Ensino Médio em 2014. Depois, mudou-se para Curitiba, conheceu o marido e ficou grávida. A volta à sala de aula, em meados de 2016, foi decisiva para entrar no mercado de trabalho. "Percebi que, em cidade grande, eu era muito cobrada para ter estudos. Procurava emprego e recebia não por não ter o Ensino Médio", lembra karoline.
Foi então que conheceu o programa Educa Mais Brasil, por meio de um funcionário do marido. Contemplada com a bolsa, karoline lembra de todos apoio que recebeu para cursar o EJA e terminar os estudos. "Na própria escola, me ajudaram bastante. Minha filha tinha recém nascido, eu precisava levar ela para a sala e as pessoas ajudavam a cuidar enquanto eu assistia às aulas".
Em abril deste ano, karoline já se preparava para terminar os estudos quando começou a procurar emprego. No mesmo dia em que recebeu seu certificado de conclusão, mudou o currículo para "Ensino Médio completo". Dos 10 primeiros currículos que enviou, foi chamada para entrevistas em oito. Hoje, trabalha como operadora de caixa em uma loja de construção, e tem o sonho de cursar a faculdade de Ciências Contábeis.

RETORNO À SALA DE AULA TRAZ ESPERANÇA

Quando Rafael Santos, 26 anos, abandonou a escola aos 16 anos, no sexto ano, imaginou que jamais voltaria a estudar. O diploma do Ensino Médio, então, era um sonho distante. Apesar disso, há dois anos ele percebeu que teria condições financeiras de voltar a estudar na modalidade EJA e se encheu de esperanças. A bolsa de 50% oferecida pelo Educa Mais Brasil foi determinante para retomar os estudos. "Quando vi que poderia rolar, essa chama reacendeu e foi muito bom", contou ele.
Morador de Itarantim, na Bahia, ele recorda que seu reencontro com a vida escolar superou todas as expectativas, pois encontrou uma escola diferente e transformadora. "Eu nunca pensei em voltar, quando isso aconteceu vi que as coisas tinham se renovado. Fiquei tão feliz e foi tão bom que pagava até antes mesmo de vencer", relata.
Rafael trabalha em uma empresa de contabilidade e comemora já ter completado o Ensino Fundamental. Falta pouco para ele realizar o sonho de ter o diploma do Ensino Médio. "Em dois anos vou estar formado. Com isso, vou poder me inscrever em concursos públicos, fazer cursos técnicos e crescer profissionalmente", comemora.

TRANSFORMAÇÃO DE VIDA

A busca por melhores vagas e colocação no mercado de trabalho é o principal motivo que leva os alunos de volta às salas de aula. Mas não é só isso. Existe também a autoestima do aluno, de perceber que outros estão finalizando e ele vai ficando para trás. O próprio aluno decide que precisa retornar os estudos para se sentir melhor", diz Adriana.
Renata concorda. "Estou muito feliz porque vou ter uma transformação de vida. Ficava com vergonha porque não tinha o Ensino Médio. Agora já consigo acompanhar os estudos dos meus filhos, que são adolescentes", comemora.

A Educação de Jovens e Adultos - EJA é uma modalidade de ensino voltada para jovens e adultos que não terminaram os estudos ou que não tiveram acesso ao Ensino Fundamental ou Ensino Médio na idade apropriada. Para se inscrever, é preciso ter no mínimo 15 anos - no caso do Ensino Fundamental - ou 18 anos (no caso do Ensino Médio).

COMO FUNCIONAM AS BOLSAS DO EDUCA MAIS BRASIL

O Educa Mais Brasil oferece bolsas de estudo de até 70% para ensino básico, Graduação, Pós-Graduação, cursos técnicos e profissionalizantes e Educação de Jovens e Adultos - EJ, entre outras. São bolsas destinadas a estudantes que não podem pagar uma mensalidade integral. As inscrições para o programa são gratuitas e podem ser feitas através do site www.educamaisbrasil.com.br

Fonte: www.g1.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente
rtcastroalves@bol.com.br

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

Antecipar alfabetização é um avanço, afirmam especialistas


SÃO PAULO - A Base Nacional Comum Curricular - BNCC prevê a ênfase na alfabetização nos dois primeiros anos do ensino fundamental. Segundo o documento, ao fim desse período, a criança já deve ser capaz de ler com autonomia e fluência, textos curtos, com nível de textualidade adequado. É um ano a menos do que prevê o Plano Nacional de Educação - PNE, que traça a meta de alfabetizar crianças até o final do 3º ano dessa etapa de ensino, quando elas têm oito anos de idade.
Especialistas no tema aprovam a mudança. Eles defendem a capacidade neurolinguística da criança e argumentam que adiantar a alfabetização para os sete anos faz diferença no direito desse pequeno estudante se apropriar das coisas à sua volta. "A gente tem de ter altas expectativas para todos. A educação tem o papel de gerar oportunidades iguais. Se começo a retardar o prazo limite porque acho que a criança só está em condições ao fim do terceiro ano, já estou fazendo com que ele saia perdendo", afirma Claudia Costin, professora visitante de Harvard e ex-diretora de Educação do Banco Mundial.
No Brasil atual, em que a escolarização se tornou obrigatória a partir dos 4 anos de idade, antecipar o processo de leitura e escrita é ainda mais premente, defende a educadora. "A própria base propõe a educação infantil centrada no brincar, mas com uma intencionalidade pedagógica que vai ajudar no desenvolvimento escolar futuro. Por que não usar essa premissa para creditar que o aluno de sete anos tem capacidade de ler e escrever?

Ensinar na hora certa

A leitura das competências de letramento e alfabetização que aparecem na BNCC exigem, no entanto, uma interpretação minuciosa e que dê conta da complexidade do tema, ponderam os linguistas.
"Se considerarmos que uma criança alfabetizada é aquela que não só sabe ler e escrever, mas também sabe fazer uso da leitura e da escrita, lendo e interpretando textos, escrevendo textos com razoável qualidade, serão necessários mais anos para que isso ocorra. Na verdade, todos os demais anos do ensino fundamental e médio", afirma Magda Soares, pesquisadora do Centro de Alfabetização, Leitura e Escrita da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG.
A coordenadora da versão 3 da BNCC, professora Ghisleine Trigo Silveira, explica que concentrar os fundamentos do letramento nos dois primeiros anos do ensino fundamental sinaliza que a BNCC enxerga o aluno como a figura principal no processo de aprendizado voltado à reflexão social.
"Nosso objetivo é, antes de tudo, favorecer e estimular o protagonismo dos alunos. E a apropriação das convenções da escrita é requisito para a participação nas mais diversas práticas sociais".


Fonte: www.folha.uol.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
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segunda-feira, 29 de maio de 2017

Mais de 51 mil vagas para o Sisu 2017 estão abertas a partir desta segunda-feira, 29 de maio




Brasília - Os candidatos interessados em concorrer a vagas no Ensino Superior público já podem consultar a oferta do Sistema de Seleção Unificada - Sisu para o segundo semestre pela internet. As inscrições serão abertas nesta segunda-feira, 29 de maio, e vão até o dia 1 de junho, apenas quatro dias. Os interessados devem ficar atentos a esse prazo.
Ao todo serão ofertadas 51.913 vagas em 1.462 cursos de 63 instituições de ensino, entre universidades federais e estaduais, institutos federais e estaduais. O número é menor que o do segundo semestre do ano passado, quando foram ofertadas 56.422 vagas em 65 instituições públicas de ensino superior.
Para esta seleção, os candidatos deverão usar a nota do Enem 2016. Para participar, a noa da redação do Enem não pode ter sido zero.
O Sisu terá uma única chamada e a divulgação do resultado está prevista para o dia 5 de junho. Também nesta data será aberta a lista de espera, que permanecerá disponível até 19 de junho. As matrículas ocorrerão do dia 9 ao dia 13 de junho e a convocação da lista de espera será feita a partir do dia 26 de junho.
Mais de 6 milhões e 100 mil estudantes fizeram o Enem em 2016. A primeira edição do Sisu de 2017 ofertou mais de 238 mil vagas em 131 instituições públicas.

Fonte: www.diariodoamazonas.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
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terça-feira, 16 de maio de 2017

Jogos Estudantis do Amazonas edição 2017 são realizados em Boa Vista do Ramos

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MANAUS - A cidade de Boa Vista do Ramos - Am, que fica a 269 km de Manaus, parou na noite dessa última segunda-feira, 15 de maio, para prestigiar a abertura do terceiro polo dos jogos Escolares do Amazonas, o JEAS. Na quadra de esportes do interior, mais de duas mil pessoas saldavam os municípios participantes, sendo Parintins, Maués, Barreirinha e Nhamundá. Com direito ao acendimento da Pira Olímpica e do juramento do atleta, o evento contou com a participação dos secretários de Estado da Juventude, Esporte e Lazer - Sejel, Fabrício Lima, e do de Educação - Seduc, Arone Bentes. Os jogos recebem apoio do Governo do Estado do Amazonas.
Após a solenidade, teve largada as classificatórias do vôlei, handebol e futsal. Nesta terça-feira, 16, o atletismo foi protagonista e já revelou alguns nomes que vão vir a capital para tentar uma vaga nos jogos Escolares da Juventude - JEJ, uma vez que os JEAS serve de seletiva para o evento nacional. Uma das atletas que já está garantida para a decisão do principal torneio interescolar do Estado é Gabriela Maia, de Barreirinha. A jovem participou dos 1.000 metros e foi a primeira a cruzar a linha de chegada. Para chegar à seletiva, a estudante enfrentou cinco horas de barco até Boa Vista do Ramos.
"Foi uma prova muito difícil, fiquei bastante cansada quando finalizei, pois tive que forçar bastante para a segunda colocada não alcançar, estava quente, mas fiquei muito feliz com o resultado. Essa será a primeira vez que vou para a fase final em Manaus e quero muito vencer lá", disse a estudante, que é da Escola Estadual Mari do Socorro Andrade. Outro que se deu bem na pista foi Pedro Alan Seixas, de 17 anos. Essa é a segunda vez que o jovem tenta passar na seletiva dos polos e, diferente de sua estreia quando ficou em terceiro lugar, em 2016, este ano ele conquistou a primeira colocação em duas provas, nas de 3.000 e 800 metros. O morador de Boa Vista do Ramos fez jus a terra natal e orgulhou a torcida que era grande e ecoava seu nome.
"Foi uma beleza vencer, principalmente na minha casa, e sendo assistido pela minha mãe, avó e avô é algo especial. Vou para Manaus representando minha cidade e sei que a pressão será grande, mas vou dar o meu melhor. Me esforcei e o resultado foi o melhor possível. Meu sonho era ir para a capital e agora vou conseguir através do esporte", disse o estudante do 1º ano da Escola Estadual Maria Isabel.
A competição no polo três segue até sábado, dia 20, e os primeiros lugares estarão automaticamente classificados para a fase final em Manaus, dia 20 de julho. Os campeões da categoria infantil disputam os jogos Escolares da Juventude na cidade de Curitiba-PR, de 12 a 21 de setembro. Já os vencedores da categoria Juvenil participam da mesma edição do torneio em novembro, em Brasília-DF, de 16 a 25 de novembro.

Fonte: www.acritica.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
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segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Inscrições para o Prouni começam nesta terça (31)


Folha Imagem


MANAUS - As inscrições para o Programa Universidade para Todos - Prouni começaram à meia-noite desta terça-feira, 31. Estão sendo oferecidas 214.110 bolsas de estudos em instituições de ensino superior privadas para estudantes de todo o país. As inscrições podem ser feitas até às 23h59min do dia 3 de fevereiro de 2017.
Antes previsto para o dia 30, o período de inscrições para o Prouni foi adiado em um dia por "precaução técnica", de acordo com o Ministério da Educação - MEC. O calendário de inscrições para o Fies também foi ajustado; as inscrições serão abertas entre os dias 7 e 10 de fevereiro.
Do total de bolsas oferecidas pelo Prouni, 103.719 são integrais e 110.391 são parciais, porque o governo federal arca com 50% da mensalidade. Segundo o MEC, essa é a maior oferta de bolsas desde a criação do programa em 2004. As inscrições serão feitas exclusivamente através do endereço www.siteprouni.mec.gov.br. Para participar do processo seletivo, o candidato deve informar o número de inscrição e a senha que foram usados no Enem 2016. É possível optar por até dois cursos com ordem de preferência.
Podem concorrer os estudantes que não tenham diploma de curso superior e tenham alcançado o mínimo de 450 pontos no Enem, que tenham cursado o ensino médio em escola pública ou, na condição de bolsista integral, na rede particular. É preciso comprovar renda familiar de até um salário mínimo e meio para a bolsa integral e de até três salários mínimos para a parcial.
Também podem participar pessoas com deficiência e professores do magistério da rede pública de ensino que integrem o quadro permanente da instituição de ensino.

Fonte: www.bol.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
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domingo, 22 de janeiro de 2017

Por que a Funai não é comandada por um indígena?


BRASÍLIA - O Brasil é um país plural em vários sentidos, principalmente étnica e culturalmente. Dar voz a essa pluralidade não é simples, mas existem exemplos de avanços. Há negros comandando órgãos de igualdade racial, mulheres em instituições de defesa dos direitos da mulher e homossexuais em organizações LGBT. A nomeação do novo presidente da Fundação Nacional do Índio - FUNAI no último dia 13, levantou a questão: por que a Funai não é comandada por um indígena?
"Não é só na Funai, em vários níveis da sociedade brasileira o indígena é posto à parte, como incapaz ou ´inqualificado`. No Governo Temer, por exemplo, é possível notar a falta de representatividade como relação ao número de funcionárias mulheres, homossexuais ou negros. O indígena é igualmente sub-representado na sociedade e nos poderes", avalia a indigenista Ivaneide Bandeira Cardozo. Para ela, que não concorda com a nomeação de Antônio Fernandes Toninho Costa para o comando da Funai, o Brasil é um país extremamente preconceituoso com os indígenas.
Toninho, como é conhecido, é formado em Odontologia e especialista em saúde indígena pela Universidade Federal de São Paulo - Unifesp. De 2010 a 2012 atuou como coordenador-geral de monitoramento e avaliação da saúde indígena na Secretaria Especial de Saúde Indígena - Sesai, órgão do Ministério da Saúde. Ele também foi assessor técnico de duas comissões parlamentares da Câmara dos Deputados ligadas ao tema e consultor da Organização Pan-americana do Brasil, entre os anos de 2015 e 2009, Missão Evangélica Caiuá da Igreja Presbiteriana do Brasil, entre os anos de 2005 e 2009, como coordenador técnico de Saúde.
A reportagem do Portal Amazônia entrou em contato com o Ministério da Justiça para saber os critérios de escolha do presidente do órgão. Por meio de nota, o Ministério não explicitou quais seriam as qualidades exigidas, mas sobre Toninho, disse que "pela experiência de 25 anos com a questão indígena, o presidente da Funai nomeado recentemente apresenta as condições de conhecimento técnico necessário para exercer a presidência da Fundação.
Uma das maiores organizações indígenas brasileiras, a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil - APIB publicou nota criticando severamente a escolha de Toninho. "Diante das indicações à presidência e cargos de diretoria da Funai, preenchidas como parte da cota do Partido Social Cristão - PSC, decorrente das articulações no Congresso.

INDICAÇÃO



Em junho de 2016, quando o então presidente João Pedro Gonçalves da Costa deixou o cargo, parte do movimento indígena chegou a se articular para fortalecer a indicação do acreano Sabá Haji, da etnia Machinere, ao comando da Funai. Lideranças do Acre do PMDB e do DEM chegaram a formalizar a indicação, mas o esforço foi em vão. "Não é uma questão de falta de qualificação. Em 2016, várias associações indígenas de todo o Brasil fizeram campanha para Sabá Machinere do Acre. Nós enviamos cartas para o Ministério da justiça, visitamos deputados e senadores em Brasília e mesmo assim não fomos ouvidos", conta Ivaneide.
Sebastião ´Sabá` Haji Machinere é especialista em direito indígena pelas Nações Unidas e já foi presidente da União das Nações Indígenas do Acre. Ele defende que a atual conjuntura política é uma das principais forças contra a atuação indígena dentro da própria Funai.
Uma das maiores lideranças do movimento indígena brasileiro, Ailton Krenak, acredita que a presidência da Funai é meramente forma e quase totalmente destituída de poder. Segundo ele, o cargo é utilizado para negociações entre governo e partidos, deixando de tomar boa parte das decisões relevantes.

AUTONOMIA

Por outro lado, o mestre em Antropologia Social pela Universidade de Brasília - UnB, Gersem Baniwa, propõe a seguinte reflexão sobre o movimento indígena organizado brasileiro: "o essencial é manter-se autônomo". A tendência no movimento indígena é não se envolver diretamente com indicações de cargo. De acordo com a lei, a escolha dos presidentes de órgãos federais é uma prerrogativa do governo. Isso não significa que não apoiamos um indígena para o comando da Funai. Nós estamos focados em defender os direitos indígenas de maneira plena e autônoma", opina.
Além disso, ele acha que indígenas não devem negociar com políticos para que não resulte na perda parcial de direitos, seja qual for a contrapartida.

INDÍGENAS MERECEM OPORTUNIDADE

Agrônomo e ex-presidente da Funai, João Pedro Gonçalves da Costa acredita que o compromisso com os direitos indígenas e a autonomia são os fatores mais importantes gerir o órgão, que comandou em 2015 e 2016. Para ele, tanto indígenas quanto não indígenas podem comandar a Funai de maneira consciente e habilitada.
Gonçalves concorda com Sabá Haji sobre as relações do Governo Temer com setores rivais da agenda indígena. O ex-sertanista Sydney Possuelo foi presidente da Funai entre 1991 e 1993. Segundo ele, poucas pessoas à frente do órgão realizaram grandes feitos na questão indígena e acredita que existem indígenas preparados para assumir cargos de presidente e diretores. Acredita ainda que a facilidade de nomeação do governo para os cargos de confiança da Funai poderia ser usado como ferramenta para testar representantes de diversas etnias brasileiras.
Entretanto, mesmo concordando que a Funai deva ser presidida por um indígena, o ex-sertanista discorda da ideia de que os indígenas devam escolher seu próprio representante. "O que eu não concordo é fazer enquete para decidir quem vai ser escolhido. O Brasil tem mais de 100 etnias, cada uma falando a própria língua e temos a mesma cultura, já não chegamos a um acordo, imagina os indígenas", afirma.

Fonte: www.portalamazonia.com

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Senac inaugura faculdade em Manaus com ensino focado em comércio e serviços



MANAUS - Para atender as novas dinâmicas do setor produtivo e do mercado de trabalho do Amazonas, a Faculdade de Tecnologia Senac - Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - traz na sua grade de estreia na Região Norte os cursos de design gráfico, Logística, Processos Gerenciais e Gastronomia. Com uma estrutura moderna, a instituição inicia suas atividades em Manaus no mês de fevereiro. Os cursos contam com um plano curricular direcionado para a prática do conhecimento e visando o aperfeiçoamento profissional em ambiente acadêmico.

INCENTIVANDO A PRÁTICA

De acordo com a diretoria acadêmica da Faculdade Senac, Karla Bessa, o grande diferencial da instituição é o foco na prática, independente da área. "Dessa forma pensamos em fazer com que o aluno vivencie os conceitos que precisa para o seu desenvolvimento profissional dentro do mercado, mas ainda com o discente.
Para isso tem as parcerias com empresas, que dentro do planejamento pedagógico, receberão alunos para visitas técnicas e outras atividades de vivência em suas áreas. Em contrapartida receberem os depoimentos de gestores e empresários das necessidades e demandas da região", explicou.

PESQUISA DE MERCADO NORTEOU ESCOLHAS

A escolha pelos cursos no Amazonas teve como base uma pesquisa de mercado, realizada pelo Senac em 2012. Nela, foram sinalizados os dez cursos mais procurados, onde os quatro primeiros já são oferecidos pela instituição e a partir do segundo semestre deste ano, novas turmas de cursos superiores nas áreas de estética e moda também devem entrar na grade.
Para Karla, a implantação da faculdade vem preencher uma lacuna importante no Senac. "Antes ficava esse vácuo após o aluno finalizar o técnico, porque só tínhamos a pós-graduação. Então agora com os tecnólogos, poderemos fazer todo o itinerário informativo do aluno", afirmou a diretora.
Uma das grandes estratégias da instituição é colocar dentro da grade curricular dos cursos oferecidos, pelo menos uma disciplina de empreendedorismo e de gestão. "Quando se fala em empreendedor se pensa logo na área de comércio e serviços, mas percebemos que muitas vezes falta a tal disciplina em algumas áreas específicas. Atualmente está acontecendo muito de a pessoa querer gerenciar seu próprio negócio ou empreender", ressaltou Karla.

REALIDADE REGIONAL

Um dos mais procurados, segundo a diretora, o curso de gastronomia mostra que a expertise do Senac na área o torna uma referência no país. De acordo com ela, o segmento é o mais forte da instituição e muitos alunos já são formados por outras faculdades procuram o Senac, que tem tradição, credibilidade e reconhecimento, além de oferecer vivências similares ao mercado de trabalho. O curso vai dar base para entender melhor como gerenciar um negócio, não só da cozinha em si", comenta karla.
Outro curso com demanda é o de Design Gráfico. Na faculdade ele conta com um laboratório moderno com plataforma MAC para todos os alunos e mesas digitalizadoras. Segundo o Senac, a meta é formar profissionais capazes de atuar em diversos departamentos de comunicação, publicidade, propaganda e marketing de empresas industriais e de serviços, setor público, organizações não-governamentais e empresas especializadas.
Para a diretora, o curso de logística representa um novo foco do Senac. "Mais que atender ao Polo Industrial de Manaus - PIM, o curso também enxerga o comércio que tem seus centros de distribuição e que passa por dificuldades semelhantes à indústria. E o diferencial é a adequação do curso à realidade regional", destacou. Já o curso de Processos Gerenciais tem no comércio, turismo e serviços seus grandes focos, comentou Karla.
A Faculdade de Tecnologia Senac Amazonas tem a capacidade de atender 140 alunos por turno, sendo que inicialmente receberá turmas apenas em horário noturno e vespertino. Quem perdeu o vestibular em novembro de 2016, pode aproveitar a nota do Enem entre 2012 e 2016, com pontuação total mínima de 350 pontos, alunos para a segunda graduação e prova agendada ainda podem se matricular diretamente na instituição.
Por ser voltada para o comércio de bens, serviços e turismo, a Faculdade Senac Amazonas possui uma política de desconto de 10% exclusiva para comerciários.

Fonte: www.portalamazonia.com

Postado por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Uma das mais belas espécies de araras, a canindé, volta aos céus de Manaus

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MANAUS - Sem aparecer há pelo menos dez anos em Manaus, as araras-canidé - de cores azul, amarelo e preto - voltaram a ser vistas este ano na cidade. Há relatos de revoada dessa espécie em diversas áreas verdes da capital, dentre as quais a do Museu da Amazônia - Musa, no bairro Cidade de Deus, da Universidade Federal do Amazonas - UFAM e do conjunto Acariquara, no bairro Coroado, além do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia - INPA, no bairro Adrianópolis.
O veterinário Anselmo D´Affonseca contou que viu um casal de araras-canindé com um filhote na mata do INPA e há três semanas viu um bando com aproximadamente 42 passar pelos céus do Musa. De acordo com ele, que fotografou essa espécie de arara numa reserva do INPA, na BR-174 e em Balbina, no município de Presidente Figueiredo, nunca tinha visto essas araras em Manaus. "Foi uma surpresa porque pela primeira vez vi araras-canindé voando na cidade", afirmou.
Conforme o jardineiro Naldo Silva, 30, houve muita revoada de aararas-canidé na floresta do conjunto Acariquara. Ele relata que elas apareciam de manhã cedo e no final da tarde. Agora, elas continuam indo ao local, mas em menor quantidade. "Antes vinham mais e tanto araras vermelhas quanto azuis. Elas faziam muito barulho quando estavam comendo frutos dos açaizeiros e das azeitoneiras. Atualmente elas continuam aparecendo, mas em bando pequeno", disse.
A bióloga Aline Ramos dos Santos viu araras-canindé na área de proteção ambiental da UFAM. Ela disse que ficou surpresa com a quantidade de araras nessa época, tanto no conjunto Acariquara quanto na UFAM. "Elas estão muito presentes agora. Nunca vi tanta arara, com tanta frequência, como nos últimos dias! Além do ´ressurgimento´ das canindé, está tendo mais araras na área. Qual será o motivo?", questiona a bióloga.
De acordo com o pesquisador do INPA, Mário Cohn-Haft, as araras-canindé começaram a aparecer em grande quantidade em Manaus no mês de outubro de 2015. Ele disse que não dá para saber o que trouxe essa espécie, ausente há pelo menos dez anos. "Esse é um evento misterioso. Não está claro se o que estimula é a abundância de alimento onde aparecem ou a escassez em seu lugar de origem ou as duas coisas juntas", observou.


Fonte: www.acritica.com
Por Major PM Castro Alves - presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br



terça-feira, 27 de dezembro de 2016

Matrícula do Vestibular e SIS da Universidade Estadual do Amazonas começou nessa segunda-feira


Divulgação


MANAUS - Começou na segunda-feira, dia 26 de dezembro, o prazo de entrega de documentos para matrícula do Vestibular e Sistema de Ingresso Seriado - SIS 2016, acesso 2017 da Universidade do Estado do Amazonas - UEA. A matricula da 1ª etapa será somente para os cursos que terão início das aulas no primeiro semestre de 2017. A entrega de documentos segue até o dia 30 de dezembro.
Os candidatos convocados deverão imprimir e preencher o formulário Ficha de Identificação do Candidato, disponível no portal da UEA, que deve ser apresentado com a documentação exigida na unidade acadêmica na qual o curso é ofertado.
Segundo a UEA, caso não sejam preenchidas todas as vagas pelos candidatos convocados, pode ter nova convocação dos subsequentes classificados a qual a será realizada de acordo com edital próprio (de matrícula).
Os classificados para os cursos que terão início no segundo semestre 2017 deverão fazer a matrícula na segunda etapa, o Edital de Matrícula será publicado a partir de 20 de abril de 2017.

Fonte: www.acritica.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Aluno da Ufam é premiado em Competição Internacional de Engenharia


   

MANAUS - Aluno do curso de Engenharia de Computação da Universidade Federal do Amazonas - UFAM, Felipe Monteiro, é o primeiro brasileiro premiado no ACM Student Research Competition. O evento é promovido pela International Symposium on Foundations of Software Enginnering - FSE.
Sob orientação do professor Lucas Cordeiro, Felipe apresentou o trabalho ´Verificação de modelos limitados de sistemas digitais Estado-Espaço´, que defende a aplicação de técnica conhecida como Bounded Model Checking na verificação de propriedades de controladores digityais de ponto fixo. Os controladores são competentes utilizados em vários tipos de sistemas, desde roteadores de internet até aviões e foguetes.
Felipe chegou ao final da competição com dois alunos da Universidade de Washington, em Seattle-EUA, sob a orientação do mesmo professor. Cordeiro. avalia o feito como uma conquista notável e que dve ser comemorada com muito orgulho. "O FSE é um grande evento internacional que reúne os melhores nomes na área de engenharia de software e ficamos muito felizes de que nesta edição a UFAM tenha obtido tão inédita premiação", comenta o orientador.


O aluno também explica que a ACM seleciona os trabnalhos mais influentes em diferentes ramos da computação para aplicar à competição. A seleção acontece em várias fases, sendo que na última os alunos fazem apresentação de 10 minutos sobre a pesquisa e o comitê seleciona os vencedores. O evento ocorreu de 13 a 18 de novembro de 2016, na cidade de Seattle, nos Estados Unidos.

O EVENTO

A Associationfor Computing Machinery é uma das organizações mais importantes para pesquisa na área. Ela promove anualmente a ACM Student Research Compettion, que é a sediada após seleção criteriosa, nas conferências mais influentes sobre computação.
Os alunos interessados devem submeter artigo científico, que será revisado pelos organizadores da conferência. Após aprovação, os representantes dos artidos recebem US$ 500,00 para viajarem até o local de apresentação. Onde leam os posters com o resumo do trabalho e são avaliados por um comitê especializado.

Fonte: www.portalamazonia.com

Por Major Castro Alves - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br


portalamazonia.com

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Polícia Militar estreita relação com a comunidade por meio do Programa de Rádio "Giro Policial"



POLÍCIA MILITAR DO AMAZONAS


O novo programa de rádio da Polícia Militar de Rio Preto da Eva está nas ondas da Rádio Vitória FM 87.9
Segunda, quarta e sexta-feira
Das 10h às 11h da manhã
Todas as ocorrências policiais, operações, detenções, prisões você ouve aqui. Sintonize no Programa Giro Policial!!
APRESENTAÇÃO: Major PM Castro Alves - Cmt da 3a CIPM - RPE


Rio Preto da Eva - Amazonas

Para ter participação no programa e falar com o Major Castro Alves "ao vivo" ligue (92) 99368-3828.

Em caso de "Emergência" no município de Rio Preto da Eva, ligue: (92) 99249-5141

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Major PM Castro Alves, comandante da 3a CIPM, estreia como apresentador de rádio em Rio Preto da Eva



RIO PRETO DA EVA (AM) - O novo Comandante da 3a Companhia Independente de Polícia Militar em Rio Preto da Eva, Major PM Castro Alves, fez sua estreia como apresentador nas ondas sonoras de rede rádio. Com o programa "Giro Policial" o estreante direcionou seu programa para os esclarecimentos e orientações da população rio-pretense, no que se refere à temática da violência no trânsito.
Auxiliado pelo Cabo PM Joanderson, os 60 minutos destinados para sua apresentação foram preenchidos com significativas informações acerca dos projetos de educação no trânsito, abrindo oportunidade aos ouvintes para participarem, fazerem suas sugestões, tirarem dúvidas e fazerem denúncias, apontando locais críticos que causam transtornos à população.
O programa será apresentado todas as segundas, quartas e sextas-feiras, das 10h às 11h da manhã, sob a coordenação, edição e apresentação do Major Castro Alves. O Cabo PM Joanderson fica responsável pela compilação de informações acerca dos temas trabalhados durante o horário de apresentação na rádio Vitória FM 87.9.
Durante sua apresentação, o Major PM Castro Alves destacou o apoio incondicional que a 3a CIPM - Rio Preto da Eva está recebendo, tanto do atual prefeito Dr. Ernani, quanto do prefeito eleito Dr. Anderson Souza, os quais não têm medido esforços para suplementar as atividades da Polícia Militar, a fim promover a maior e melhor sensação de segurança à população rio-pretense.
Ao final, agradeceu o espaço que a gerente da rádio Vitória FM 87.9 concedeu para que Polícia Militar possa divulgar seu trabalho e contribuir para que a população esteja sempre bem informada dos acontecimentos do município.
Em virtude de o número de emergência 190 não estar ativado, a Polícia Militar de Rio Preto da Eva utiliza o "Linha Direta". Para acionar a Policia Militar ligue para 92 99249-5141.

Elaborado Por Erlan PortalRPE

Por Daniele Castro Alves - Representante da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

domingo, 27 de novembro de 2016

Cmt da 3a CIPM, Major PM Castro Alves, preside solenidade do PROERD em Rio Preto da Eva




RIO PRETO DA EVA (AM) - O novo comandante da 3a Companhia Independente de Polícia Militar - Rio Preto da Eva, Major PM Castro Alves, presidiu a solenidade de formatura do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência - PROERD, nas dependências da quadra poliesportiva da cidade, realizado na última sexta-feira, 25 de novembro, às 9h.
Cerca de 500 crianças e adolescentes concluíram o curso de preparação e orientação que os nortearam a um caminho de qualidade de vida longe das drogas e da violência. A preparação é feita por Policiais Militares e professores da rede municipal, treinados para lidar com crianças e adolescentes do 5o ano do Ensino Fundamental.
Os principais objetivos do PROERD são: 1) Envolver a família, a escola, a comunidade na problemática das drogas e da violência; 2) Desenvolver uma ação pedagógica de prevenção ao uso indevido de drogras e a prática da violência nas escolas; e 3) Desenvolver o espírito de solidariedade, de cidadania e de comunidade na escola.
Para a efetiva realização do curso, a Polícia Militar teve a parceria da Prefeitura Municipal de Rio Preto da Eva, da Secretaria Municipal de Educação, da Coordenação Regional da Seduc e do comércio local.
O Major PM Edie prestigiou o evento com sua presença, oportunidade em que ressaltou a participação dos pais dos estudantes, afirmando que essa participação foi completa, o que se tornou um diferencial para os formandos.
O Prefeito eleito para o quadriênio 2017 a 2020, Anderson Souza, também se fez presente no evento e impulsionou a alegria de todos os presentes. O sorriso estampado no rosto das crianças foi constante. 
A atração do dia ficou na responsabilidade do mascote do Proerd, Dari. Sua animação foi contagiante e fez que todos os presentes entrassem na brincadeira e dançassem no seu ritmo.
O Major Castro Alves agradeceu a presença de todos e afirmou que o trabalho de preparação das crianças para não se deixarem levar pelo mundo das drogas e da violência vai continuar em 2017 e com maior participação do Poder Público.

 

  

Elaborado por Daniele Castro Alves - AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Comandante-Geral da Polícia Militar do Amazonas participa da solenidade de passagem de comando da 3ª CIPM - Rio Preto da Eva



MANAUS - Comandante-Geral e Subcomandante-Geral da Polícia Militar do Amazonas participaram na manhã desta segunda-feira, 21, da Solenidade de Passagem de Comando da 3a Companhia Independete de Polícia Militar - Rio Preto da Eva (distante 80 km em linha reta de Manaus). Além do Comandante-Geral, estiveram presentes as autoridades civis do município, Chefe do Estado-Maior-Geral, Oficiais dos Comandos de Policiamento do Interior - CPI e representantes do Corpo de Bombeiros.
Durante a solenidade o Comandante-Geral, Coronel QOPM Augusto Sérgio, destacou tanto a atuação do comandante substituído, Major QOPM Edie César de Souza Cordeiro, quanto do seu sucessor, o Major QOPM Rubem Tadeu de Castro Alves, que assume o posto com a missão de dar continuidade às ações da unidade policial para previnir e combater a criminalidade, além de preservar a ordem e proteção do patrimônio público e privado no município.
"Neste ato, aproveito para elogiar a atuação do Major Edie e parabenizá-lo pelos bons serviços prestados frente à 3a CIPM e aos cidadãos de Rio Preto da Eva, pois agora assumirá outra importante missão. Quero externar ainda ao Major QOPM Castro Alves, no comando da unidade militar a partir de agora, desejando-lhe muito sucesso e êxito em suas missões e operações policiais no município", ressaltou o Comandante-Geral.
O Major QOPM Castro Alves, que assume o comando da unidade policial em Rio Preto da Eva, tem mais de 15 anos de atuação na corporação, tem graduação superior em Língua Portuguesa, em Segurança Pública e Direito, além de especializações em Língua Portuguesa, Segurança Pública e em Estudos de Criminalidade e Segurança Pública, formações estas realizadas nos Estados de Goiás, Rio Grande do Norte e Minas Gerais. Na Polícia Militar do Amazonas já assumiu cargos de comando e subcomando de unidades, como a 5a CICOM, 9a CICOM, 9a CIPM (Coari), 5o BPM, chefias de seções na DAL e Comando-Geral , dentre outros.
Também prestigiram a solenidade, o Chefe do Estado-Maior-Geral, Coronel QOPM Domingos Sávio; Comandante do CPI, Tenente-Coronel QOPM França; Diretor de Comunicação Social da PMAM, Tenente-Coronel Peter Schmidt; Presidente da Associação de Cabos e Soldados, Cb Igor Silva; Prefeito de Rio Preto da Eva, Senhor Ernane Santiago; representantes do Corpo de Bombeiros e da sociedade civil.


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Elaborado por Diretoria de Comunicação Social da Polícia Militar do Amazonas

Por Daniele Castro Alves - respondendo pela AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

sábado, 19 de novembro de 2016

Lista de agraciados com o Programa Bolsa Universidade da Prefeitura de Manaus foi publicada nessa sexta-feira


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MANAUS - Prezados estudantes, a Associação dos Filhos e Amigos Atalaienses Residentes em Manaus - AFAMA, continuando com o propósito de contribuir para o crescimento pessoal e profissional de todos, esteve acompanhando todo o processo formal de seleção dos pretensos candidatos à sonhada bolsa de estudos, que tem por finalidade dar o mínimo de suporte ao estudante selecionado e garantir um período de estudo com a maior tranquilidade possível durante os anos de preparação e formação profissional.
Cole o link abaixo na barra de pesquisa e endereço e verifique se você foi selecionado e com isso agraciado com uma bolsa de estudo parcial ou total. Lembrando a todos que a bolsa é um benefício gratuito aos estudantes de baixa renda, conforme norma atribuída pelo regulamento do Programa Bolsa Universidade da Prefeitura de Manaus.
Os estudantes agraciados com a bolsa podem comemorar e se considerarem privilegiados, pois a concorrência foi muito alta para os padrões no Amazonas. E você que não aparece na lista, não desanime, pois ainda haverá segunda chamada e você poderá ser o próximo a se beneficiar e ingressar na relação dos privilegiados.

http://portalespi.manaus.am.gov.br/wp-content/uploads/2016/11/1%C2%AA-CHAMADA-PBU-2017-CLASSIFICADOS.pdf

Por Major Castro Alves - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

sexta-feira, 18 de novembro de 2016

A desnecessidade de ser cruel com a Polícia Militar



MANAUS - Prezados amigos leitores, sou policial militar há 17 anos e durante todo esse período convivi na linha de frente com pessoas das mais diversas personalidades e de caráter universal, que variam da linha mais tênue à mais forte. Esse convívio em boa parte infelizmente se deu com afrontas de toda natureza, de todas as ordens. Graças a Deus e ao treinamento policial que tive durante três anos de formação na Academia da Polícia Militar do Estado de Goiás nunca perdi o controle quando me deparei com essas situações, pois não passavam de objeto de meu trabalho ainda que fossem da forma mais cruel. Contudo, fico abismado com a forma vil que muitas pessoas e particularmente a mídia lidam com tudo que se relacionam à Polícia Militar. Os problemas pessoais vividos por algumas pessoas durante a ditadura militar no Brasil (1964 a 1985), parece não ter fim. Entendo que nada foi fácil nesse período: agressões; torturas; mortes, situações imperdoáveis. Mas até quando essa revolta será escarrada sobre a Polícia Militar? Infelizmente as experiências com a ditadura afetam-lhes de tal maneira a cabeça que parece existir um câncer enraizado, corroendo-lhes o cérebro e tornando-os incapazes de entender que os anos se passaram, que a vida continua, que muita coisa mudou, que os policiais militares são outros, que a Polícia Militar não é mais a mesma, que não é inimiga da sociedade, que é cidadã e zela pelos direitos fundamentais mais do que em outro momento no país. Temos erros, sim, temos. Mas a luta é incessante para evoluirmos e chegarmos a ser realmente referência para o mundo.
Não consigo entender porque tanta angústia, tanta amargura, tanto ódio contra os Policiais Militares brasileiros, que hoje já são submetidos a treinamento policial humano para lidar da melhor forma com a sociedade. Na formação, os Oficiais são treinados inclusive por professores renomados das universidades públicas. Os praças (Soldado, Cabo, Sargentos e Subtenentes) tiveram todo o programa de ensino remodelado e modernizado, inclusive sob os olhares dos órgão de Direitos Humanos. Mas algo incomoda demais essas pessoas. Até quando eles vão querer vingança? Quando vão entender que a ditadura já passou e quem tem que pagar pelos erros foi quem cometeu os erros? E vale enfatizar que a Justiça brasileira já fez o que deveria para que os verdadeiros culpados pelos crimes cometidos fossem punidos. Se ainda não fizeram a todos, cabe somente a Justiça processar e julgá-los. Nenhum crime ou violência praticado por uma pessoa pode ser transferida a outra. Cada ato praticado é de responsabilidade daquele que a praticou.
Muito embora seja induzida a agir com severidade em muitas ocasiões, pois todos sabem como anda a criminalidade no Brasil e o nível de atuação dos criminosos, a Polícia Militar aprendeu que o mundo evoluiu, que a vida é outra, que não cabe mais truculência ou abuso nas ações com a população. Contudo, sabemos que não há outra solução para conter o avanço da criminalidade senão de forma inteligente e em certos casos com o uso da força. Só tem noção da severidade dos criminosos quem já foi vítima. Quem já esteve sob a mira de uma arma, quem já foi roubado, furtado, agredido, torturado, sabe muito bem como o trauma é doloroso, a dor é maior ainda se o resultado é a morte.
O Programa “Encontro com Fátima Bernardes” da Rede Globo de Televisão, veiculado no dia 17 de novembro, deixou assustados policiais e familiares e parte da sociedade que não pactua com essa espécie de xenofobia. Mais uma apunhalada, mais uma afronta à Polícia Militar. Na ocasião, os convidados optaram por salvar primeiro o traficante e só depois o Policial Militar. Por que salvar primeiro o traficante se é ele a causa do terror no seio da sociedade, que implanta violência, pratica o mal, destrói famílias e transforma negativamente a vida de milhões de pessoas?
Quem está envolvido com o mundo do tráfico ou vende ou usa, ou furta, ou rouba, ou mata, ou destrói, ou faz tudo isso ao mesmo tempo. E não há exceção, todos são malfeitores. O Policial Militar de outro modo é força policial, autoridade policial, servidor da sociedade, protetor, educador, psicólogo, conselheiro e tomador de decisões em frações de segundo como nenhum outro profissional, e sem deixar de cumprir sua missão que é proteger a sociedade, mesmo com o risco da própria vida.
Na prática, a Polícia Militar não se resume a uma mera instituição que previne o crime por usar veículo caracterizado, uniforme padronizado, armamento, etc. A Polícia Militar é instituição de ensino, é instituição de saúde, é órgão de assessoramento, é instituição de preservação da vida, que não dorme, trabalha dia e noite, faça chuva faça sol, em qualquer lugar e não exige qualquer tipo de luxo para trabalhar.
Fomos mais além. A missão diária da Polícia Militar avançou e entrou na seara da educação, com as escolas policiais militares; entrou na saúde, com seus hospitais de campanha, abertos ao público em geral; criou diversos programas educativos e de orientação para contribuir com a formação e preparação dos jovens para que não sejam alvo da criminalidade, etc., tudo para ajudar a sociedade a ser mais justa.
Não temos culpa do que aconteceu no passado. Mas fico impressionado com os ataques diretos e indiretos da mídia e da mesma sociedade que exige proteção e que xinga por conveniência de massa. Queremos apenas ser respeitados; queremos servir a sociedade da melhor forma. Se errarmos, quando errarmos, que a lei seja aplicada. Mas extirpar por extirpar, denigrir por denegrir, macular por macular, menosprezar, subestimar e diminuir à insignificância ou a qualquer situação de repugnância, não vai melhorar a vida de ninguém. Se o nome Polícia Militar é que impõe medo, se a farda impõe medo, seja lá o que for que impõe medo, digam-nos. Vamos debater e encontrar a forma correta de convívio. Estamos dispostos a contribuir sobremaneira para o desenvolvimento da sociedade. Mas, por favor, não venham afrontar continuadamente a paciência, porque nada vai melhorar. Paremos com a hipocrisia institucional.

Elaborado por Major Castro Alves. Oficial Superior da Polícia Militar do Amazonas (Cmt da 3a CIPM - Rio Preto da Eva)
rtcastroalves@bol.com.br

quinta-feira, 17 de novembro de 2016

Indígenas do Vale do Javari em Atalaia do Norte-AM cobram melhorias nas ações de Saúde em encontro em Brasília


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MANAUS - Prestes a serem fechadas ou paralisadas, as Bases de Proteção Etnoambiental - Bapes, que propiciam a segurança do território e vida dos próprios indígenas contra os conflitos violentos, foram pauta do encontro de lideranças indígenas representadas pela União dos Povos Indígenas do Vale do Javari - Univaja com o Ministro da Saúde, Ricardo Barros, na quinta-feira.
A questão ainda não teve uma solução e novamente será colocada em pauta. Entretanto, durante o encontro, algumas propostas foram colocadas ao Ministro Ricardo Barros, por meio de um documento assinado. Entre as reivindicações estão o fortalecimento institucional da gestão da Secretaria Especial de Saúde Indígena - Sesai, autonomia dos Distritos Sanitários Especiais Indígena - DSEI para atuação das ações específicas de saúde indígena e a manutenção dos convênios que atua na contratação de profissionais em área indígena, até dezembro de 2017.
Além do encontro diretamente com o Ministro da Saúde, as lideranças da Univaja, juntamente com indígenas de diversas localidades do país, participaram em Brasília da 10a reunião do Fórum de Presidentes do Conselho Distrital de Saúde Indígena - FP/Condisi.
Com a presença de lideranças indígenas das cinco regiões brasileiras, eles discutiram temas sobre o fortalecimento da saúde indígena junto a gestores da saúde pública, representados pelo Ministério da Saúde.
Entre outros anseios, os indígenas destacaram principalmente a manutenção da gestão das ações de atenção básica de saúde, por meio da Sesai, e continuidade dos convênios que garantem a força de trabalho em áreas indígenas, além da criação de um Grupo de Trabalho - GT para melhoria do formato de contração de profissionais para atuar junto à saúde indígena.
Durante o encontro, foi feita a formalização de critérios, junto à Secretaria da Casa Civil da Presidência da República e comunidade indígena, para nomeação de coordenadores dos DSEI, bem como a homologação do Plano de Desenvolvimento da Saúde Indígena - PDSI, por meio da Sesai e a garantia de cinco seminários regionais para discussão da força de trabalho e atuação da saúde indígena.
A mobilização nacional conta com cerca de 400 indígenas na capital federal, com apoio de associações indígenas. Apesar do esforço dos indígenas, os problemas colocados por eles parecem estar longe de uma solução. Em um vídeo divulgado em rede social por um representante da Univaja, o Ministro Ricardo Barros faz um pronunciamento de três minutos e deixa o local do encontro, quando as discussões seguem minuto depois com os secretários do ministério.

CORTE ORÇAMENTÁRIO PODE SIGNIFICAR FECHAMENTO DE BASES

De acordo com informações no site do Centro de Trabalho Indigenista - CTI, no dia 26 de outubro, um memorando interno da Fundação Nacional do Índio - FUNAI, enviado pela diretoria administrativa do órgão ao Ministério da Justiça, diz que o corte orçamentário pode significar uma diminuição de 70 a 130 unidades das 260 existentes.
Com os cortes no orçamento, a Funai prevê uma redução de 43% nas ações de fiscalização e combate a invasões de terras indígenas e o encerramento das atividades de 6 das 12 Frentes de Proteção Etnoambiental, responsáveis por executar a política de proteção dos povos indígenas em situação de isolamento voluntário e de recente contato. Atualmente, existem três Bapes na região do Vale do Javari, uma no rio Jaquirana, outra na confluência do rio Ituí com o Jaquirana e outra no rio Curuçá. Segundo a Univaja, só a partir da demarcação da Terra Indígena do Vale do Javari e com a criação das Bapes foi possível pacificar os conflitos na região.


Fonte: www. portalamazonia.com

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Eleições americanas 2016: perplexidade mundial


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MANAUS - As eleições norte-americanas normalmente têm pitadas riquíssimas de questionamentos morais que de certo modo dão as diretrizes aos eleitores e a quem gosta de acompanhar o andamento das eleições pelo mundo inteiro. Em 2016 o que chamou a atenção dos americanos e dos apreciadores das eleições americanas foi muito além do que em tese acontece naquele país quanto a acusações no campo moral: a afronta ao cidadão latino, quando garantiu em campanha a construção de um muro em toda a fronteira com o México, inclusive, bancado por esse país, para impedir a entrada ilegal de estrangeiros; as famílias de baixa renda, quando prometeu acabar com o programa Obamacare, plano de saúde para a população ´carente`; deportação de milhões de latinos; provocar guerra para obtenção de riqueza dentre outras.
Em todas essas situações, Donald Trump, o presidente eleito dos Estados Unidos da América, maior potência econômica e bélica do mundo, transmitiu durante sua campanha eleitoral uma nova forma de causar terror psicológico nas pessoas, e o mundo assimilava tudo isso aterrorizado. Um muro na fronteira com o México até poderia ser uma medida cabível para impedir a imigração ilegal e naturalemente a entrada de drogas e doenças. Para Trump, a criação do programa Obamacare é resultado da presença de latinos, que cria uma população pobre dentro de um país rico. Ocorre que a forma de afirmar que construiria esse muro causou um temor, pois consiste em atitude totalitária e desumana na maior democracia do mundo. Não se pode compreender de outro modo senão que Trump é xenófobo real e intolerante. Nos Estados Unidos existem cerca de 11 milhões de estrangeiros ilegais os quais seriam oportunamente deportados para seus países de origem.
Na verdade é como se a solução dos problemas americanos estivesse quase exclusivamente nessas medidas que, sob a égide dos países pelo mundo, salvo as exceções, são politicamente incorretas e inaceitáveis.
Na maioria dos seus discursos, o que mais incomodou o mundo pelo que se percebe nos noticiários jornalísticos foi a forma cruel de afirmar como adotaria uma medida ou outra, especialmente quando se referiu aos vizinhos mexicanos, aos muçulmanos e demais estrangeiros que pretendem entrar no país. Com isso, o mercado esfria; os investidores se camuflam e passam a aguardar os primeiros resultados para sentir a direção que será dada à economia americana e os presidentes dos países com os quais os EUA mantém algum tipo de relação se fecham em seus territórios apreensivos porque não conhecem ou não tem noção do impacto dessas medidas. Até mesmo guerra bélica é pauta possível do maligno futuro governo de Trump.
Em resumo, Trump implantou nova ordem no mundo com seu discurso de campanha: nova ordem do medo, do desconhecido, do improvável, das crises diplomáticas, etc. A população mundial se mantém perplexa, pasma e em fase de preparação para o futuro incerto, ou seja, conviver com qualquer situação que seja implantada no mundo em função das ações americanas.
A curiosidade é saber em que seremos afetados com esse discurso ofensivo transformado em atitudes? Será sinônimo de empobrecimento dos países? Será sinônimo de conflito mundial? Será sinônimo de truculência e dominação territorial com uso de força bélica para apoderação de riqueza?
Espera-se que o discurso inflamado não passe de discurso inflamado e os Estados Unidos da América seja de fato o país do desenvolvimento, da democracia, da tecnologia, do exemplo positivo, da nação potência. Espera-se que o governo de Trump seja uma grande surpresa assim como foi o resultado das eleições norte-americanas. Todos desejam nesse momento ser surpreendidos, pois o mundo já não suporta mais ditadores, doutores da dor, do sangue, da guerra. 

Elaborado por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br