quarta-feira, 13 de maio de 2015

Lavrador viaja 250 km com 127 rosas e agradece liberdade à princesa Isabel


Na porta da Catedral São Pedro de Alcântara, onde fica o túmulo da príncesa, seu João mostra o buquê e a poesia (Foto: Bruno Rodrigues/G1)


RIO DE JANEIRO -  Com uma malinha na mão e um farto buquê de rosas coloridas em outra, o lavrador João Paulino Barbosa chegou, na manhã desta quarta-feira, 13, à Catedral São Pedro de Alcântara, no Centro de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, onde está localizado o túmulo da Princesa isabel.
Desde 2012, ele viaja cerca de 250 quilômetros de sua cidadezinha natal, Desterro do Melo, em Minas Gerais, para a Serra com o mesmo objetivo. Tímido e emocionado, o negro e neto de escravos prestou sua homenagem à mulher que em 13 de maio de 1888 decretou a liberdade de seu avô, vendido na África para trabalhar no Brasil, através da Lei Áurea.
Aos 71 anos, seu João carrega 127 rosas, cada uma representando um ano de liberdade, pra depositar no mausoléu. Padre Jac, Pároco da Catedral, lembrou durante a missa celebrada às 8h desta quarta-feira que ele chegou na Catedral num domingo falando sobre a homenagem que queria prestar. Então, a chegada dele é sempre esperada nessa data. Para a Catedral é muito importante, pois se temos hoje este local é graças à Princesa Isabel.
Além das flores, ele leva um cartaz com uma poesia que compôs para a princesa e entoa a música que escreveu para isabel. "A princesa isabel libertou a escravidão, salve salve a raça negra o Brasil de coração. Liberdade, liberdade, liberdade! Foi assim a lei da abolição, salva a pátria brasileira e nossca geração", cantou ele.
Na época em que compôs a música, oito anos atrás, seu João ainda não conhecia o município serrano. Apenas cinco anos depois, em uma visita ao Museu Imperial, onde viu de perto a pena de ouro usada pela Princesa Isabel para a assinatura da lei, é que ficou sabendo, quase que por acaso, que a poucos metros de onde estava se encontravam os restos mortais da princesa.
"Estava visitando o museu e falei que tinha composto a música para a princesa. Duas jovens que ali se encontravam me perguntaram se eu já tinha ido visitar o túmulo dela. Eu não sabia que ficava em Petrópolis. Foi uma grata surpresa e, desde então, naquele mesmo ano, passei a levar as rosas no dia 13 de maio. Farei isso enquanto vida eu tiver. Fico muito feliz que Deus me dê forças para continuar prestando essa singela homenagem", contou.
Seu João conta que começou a trabalhar na lavoura ainda criança, aos 9 anos. Nessa época dividia seu tempo com os estudos e completou até a 4a série, ouvindo do pai as histórias sobre o avô.
"Ele contava muito sobre a vida difícil que meu avô levava, sobre as histórias que foram passadas sobre o tempo da escravidão. Apesar de toda a dureza, meu avô viveu até os 110 anos e so quando veio para o Brasil teve condições de viver com dignidade", rememorou.
Para seu João, a liberdade é um dos maiores bens que as pessoas têm nos dias de hoje. "Agora estou aqui, amanhã posso voltar para a minha cidade ou ir para onde eu quiser. Posso dizer o que quero, sem que isso ofenda ninguém, é claro, mas sem ter medo de ser condenado. É o maior bem da humanidade e a menor sombra de dúvida", disse.

AINDA NA VÉSPERA

Após a longa viagem de ônibus, cerca de 6 horas, seu João chegou em Petrópolis carregando pouco mais de 6 kg em rosas, algumas mudas de roupas, documentos e sua poesia. Com um sorriso no rosto de só quem já viveu o suficiente para saber que a gratidão é uma das maiores virtudes, ele adentrou na Catedral ainda na terça-feira, 12, com o buquê nas mãos para fazer sua já tradicional visita.
No entanto, as flores esperaram até hoje para serem depositadas no túmulo da princesa. "Hoje eu não entrego, não. Só amanhã. Vou assistir à missa, pedir para o padre abençoar e aí sim fazer a entrega. AS rosas já são dela, mas amanhã as rosas serão entregues oficialmente, abençoadas", finalizou.

Fonte; www.g1.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br
rtcastroalves@gmail.com

Cheia dos rios já afetaram 20 cidades no Amazonas e mais de 140 mil habitantes

Mapa da cheia, 08/05 (Foto: G1 AM')






MANAUS - O Amazonas passa mais uma vez por grandes dificuldades quanto à cheia dos rios que banham principalmente a bacia do Alto Solimões. Até o momento, 20 cidades estão em situação. Na calha do Rio Juru[a os municípios em emergência são: Itamarati, Guajará, Ipixuna, Envira e Juruá, na calha do Rio Purus estão: Canutama, Tapauá, Carauari, Pauini e Lábrea.
Atalaia do Norte, Benjamin Constant, Tabatinga, Amaturá, Santo Antônio do Içá, São Paulo de Olivença e Tonantins situados no Alto Solimões, também estão em situação de emergência por causa do avanço das águas.
O município de Boca do Acre é o mais afetado pela cheia, com 20.905 pessoas de 4.181 famílias atingidas. A cidade, que fica no Sul do Estado e banhado pelo Rio Purus, está em estado de calamidade pública.
Humaitá, no Rio Madeira, e outros três municípios do Médio Solimões: Fonte Boa, Uarini e Alvarães estão em situação de alerta.

AJUDA HUMANITÁRIA

A Defesa Civil do Amazonas informou que enviou 374 toneladas de alimentos não perecíveis às cidades afetadas pela cheia no Estado. O objetivo é garantir alimentos aos ribeirinhos, que nesta época ficam com a produção agrícola comprometida. Além de alimentos, a população recebe kits dormitório - colchões, redes e mosqueteiros - e de higiene pessoal, medicamentos, filtros de água, hipoclorito de sódio.

Fonte: www.g1.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

terça-feira, 12 de maio de 2015

178 mil alunos tentaram contrato do Fies, mas não conseguiram, diz MEC


Resultado de imagem para fies 2015 manaus


BRASÍLIA - O Ministério da Educação - MEC afirmou à Justiça, para justificar a não reabertura do Sistema do Fundo de Financiamento Estudantil - FIES, que 178 mil estudantes iniciaram o cadastro de financiamento no sistema no primeiro semestre, mas não concluíram a inscrição até o prazo e que, para atender a todos esses estudantes, teria que gastar R$ 1,8 bilhão só no ano letivo de 2015. No total, esses novos contratos custariam R$ 7,2 bilhões ao governo federal, segundo nota enviada à Justiça e divulgada junto da decisão judicial favorável ao MEC.
O orçamento do Fies para novos contratos durante todo o ano de 2015 era de R$ 2,5 bilhões e, segundo o Ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, essa verba foi gasta inteiramente para tender aos 252.442 mil novos contratos fechados até o dia 30. Por isso uma nova edição do Fies no segundo semestre deste ano ainda não está garantida.

JUSTIÇA DERRUBOU LIMINAR

O desembargador Cândido Ribeiro, Presidente do Tribunal Regional Federal da 1a Região - TRF-1, decidiu na terça-feira passada, 12, derrubar decisão liminar da Justiça Federal do Mato Grosso, que obrigava o MEC a prorrogar, por tempo indeterminado, as inscrições para novos contratos do Fies.
A ação judicial que exigia a reabertura do prazo de inscrições havia sido apresentada pela Defensoria Pública da União em Mato Grosso. O órgão alegou que os estudantes tiveram os direitos violados, já que não conseguiam ingressar no programa devido a problemas na ferramenta de inscrições.
Embora houvesse uma decisão judicial determinando a reabertura do prazo, o governo federal não estava cumprindo a liminar, à espera do resultado do recurso protocolado pela Advocacia-Geral da União. O MEC argumentou à Justiça que, em razão de já ter sido atingida a meta estipulada de 250 mil novos contratos financiados, não tinha condições de aceitar todos os pedidos de financiamento. 
Desde 30 de abril, data em que se encerrou o prazo para novos alunos se habilitarem ao programa, os estudantes que acessavam o site do MEC se deparavam com a mensagem "o prazo para inscrição no Fies encerrou no dia 20 de abril de 2015.
Na análise do recurso, o desembargador do TRF-1 avaliou que, como não há dinheiro disponível no Orçamento de 2015 para bancar mais contratos do Fies, manter a liminar poderia ferir a "ordem pública"
"Na hipótese, a meu ver, estão presentes os pressupostos para o deferimento da medida ora pleiteada, especialmente quanto à lesão grave à ordem pública, consubstanciada na situação e no estado de legalidade normal, em que as autoridades exercem suas precípuas atribuições e os cidadãos as respeitam e acatam, sem constrangimento ou protesto, bem como quanto à economia pública, pelo montante financeiro necessário para atender a demanda por financiamento estudantil, sem previsão orçamentária", escreveu Cândido Ribeiro.
O Presidente do TRF-1 destacou ainda em seu despacho que a decisão da Justiça Federal do Mato Grosso "invadiu" competência do Executivo Federal, que é quem tem o poder de decidir sobre o destino de verbas públicas.
"Na hipótese, as decisões impugnadas, proferidas após exame superficial da questão, invadem a esfera de competência da Administração Pública, em seu juízo discricionário de conveniência e oportunidade, de gerir as verbas destinadas no orçamento público, interferindo nas políticas voltadas, na espécie, ao financiamento estudantil, de modo a acarretar grave lesão à ordem e à economia pública", destacou o magistrado.

Fonte: www.g1.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br
rtcastroalves@gmail.com

terça-feira, 5 de maio de 2015

Assembleia Legislativa aprova lei que limita em 35 número máximo de alunos por sala de aula


Salas de aulas lotadas, sem espaço para brincadeiras e metodologias desenvolvidas em outras regiões são alguns dos problemas para alfabetizar as crianças

MANAUS - O Projeto de Lei que limita o número de alunos em sala de aula das redes pública e privada do Amazonas, de autoria do Deputado José Ricardo Wendling - PT, foi promulgado no último dia 30 de abril, no plenário da Assembleia Legislativa do Amazonas - ALEAM.
"AGora é lei. Uma vitória da população, de professores e de estudantes, uma vitória para a educação do Amazonas", declarou o parlamentar, agradecendo à presidência da ALEAM por ouvir o seu apelo para se ter uma legislação que irá contribuir para a melhoria da qualidade da educação amazonense.
Desde o início do ano, José Ricardo vinha cobrando da presidência da Assembleia a promulgação desse projeto, que foi protocolado em 2011 e aprovado pela maioria dos deputados, na época Omar Aziz, que não sancionou a propositura, voltando à Assembleia para a sua promulgação.
Essa nova lei, que está em consonância com o Plano Nacional de Educação - PNE, baseia-se na Constituição Federal, que prevê no artigo 206 a garantia de padrão de qualidade do ensino; e na Lei de Diretrizes e Bases da Educação - LDB, determinando nos artigos 4o e 25 padrões mínimos de qualidade de ensino, como quantidades mínimas, por aluno, de insumos indispensáveis ao desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem e relação adequada entre o número de alunos e o professor.
Segundo o projeto, as escolas da rede pública e privada do Amazonas funcionarão com, no máximo, 25 alunos por salas de aula, no caso do 1o e ao 5o ano do Ensino Fundamental; 30 alunos por sala, do 6o ao 9o ano do ensino fundamental; e 35 alunos, em se tratando do Ensino Médio. "Iremos agora acompanhar os prazos para as escolas se adequarem à lei, que passa a vigorar a partir da data da sua publicação no Diário Oficial do Estado, mas que tem um prazo de cinco anos para o seu total cumprimento", considerou.

CONSTITUIÇÃO

A Constituição do Estado do Amazonas preconiza no artigo 199 que o Sistema Estadual de Ensino observará a garantia de padrão de qualidade e de rendimento e, no caso do ensino particular, definição do número máximo de alunos em sala de aula, podendo ser ampliada para a rede pública de ensino. O Plano Estadual de Educação de 2008 estabelece dentre os objetivos e metas o número máximo de 40 alunos.

Fonte: www.acritica.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

sábado, 2 de maio de 2015

Faculdades de Manaus realizam primeira Semana Estadual do Turismo





MANAUS - As faculdades de Manaus que contam com o curso de Turismo se uniram para celebrar a Semana Estadual do Turismo, que acontece nos dias 4 a 8 de maio. O evento acontece pela primeira vez na capital amazonense, após a sansão da Lei Ordinária n. 3.913, cuja data marco ficou o dia 8 de maio, como Dia Estadual do Turismo.
Com uma programação especial, o evento é uma parceria da Comissão de Turismo e Empreendedorimso - Ctur com as universidades. Coordenadores e acadêmicos do curso de Turismo das Universidades Fametro, UniNorte, Ciesa, Nilton Lins e UEA se unirão com o objetivo de destacar as atividades da classe dos turismólogos.
Segundo a professora Cláudia Menezes, Coordenadora do Curso de Turismo da Universidade Estadual do Amazonas - UEA, o evento é de grande importância para a classe. "A ideia do projeto é chamar a atenção da sociedade para a importância do turismólogo. Mostra como a atividade pode colaborar com a economia do Estado", disse.
Atividades como workshop, exposições com banner, palestras itinerantes em escolas de ensino público, passeios em prédios turísticos, acontecerão simultaneamente durante toda a semana. O evento terá a participação de importantes profissionais da área, nacionais e internacionais. "A partir dessas atividades, a população poderá entender que o Turismo é tão importante para a economia local como a Zona Franca de Manaus. Que rendas podem ser geradas para o nosso Estado, a partir da valorização de riquezas e belezas naturais e históricas", declarou Cláudia.

PROGRAMAÇÃO

Dia 4 de maio
UEA - Realizará palestras no Instituto de Educação do Amazonas - IEA, com exposição de painel e banner no laboratório de música, das 14h às 17h.
CIESA - Realizará palestra na Escola Agenor Ferreira Lima - CEJA.
FAMETRO - Realizará palestra na Escola Sólon de Lucena.
UNINORTE - Realizará palestra na Escola Santa Dorotéia.
NILTON LINS - Realizará palestra na Escola Aldeia do Conhecimento

Dia 5 de maio
Workshop no Centro de Convenções do Amazonas Vasco Vasques, realizado pelas faculdades.

Dia 7 de maio
Visita técnica à Casa Eduardo Ribeiro, das 13h às 16h, e "abraço simbólico" à Praça do Largo de São Sebastião.

Dia 8 de maio
Sessão Especial na Assembleia Legislativa de Manaus - ALEAM, a partir das 10h


Fonte: www.portalamazonia.com

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Professores no Brasil estão entre mais mal pagos em ranking internacional


Danilo Verpa/Folhapress


MANAUS - O Brasil é o lanterna em um ranking internacional que compara a eficiência dos sistemas educacionais de vários países, levando em conta parâmetros como os salários dos professores, as condições de trabalho na escola e o desempenho escolar dos alunos.
O ranking é de setembro do ano passado, mas volta à tona no momento em que o governo paranaense aprova uma redução nos benefícios previdenciários dos professores do Estado.
A votação da lei elevou as tensões e levou a um tumulto no qual pelo menos 170 pessoas ficaram feridas após a repressão policial de um protesto de professores em Curitiba. Os professores paranaenses estão em greve desde sábado, dia 25 de abril.
Em São Paulo, professores da rede estadual estão em greve desde o dia 13 de março, reivindicando reajuste salarial e melhores condições de trabalho. O estudo internacional foi elaborado pela consultoria Gems Education Solutions usando dados dos mais de 30 países da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e alguns emergentes, como o Brasil.
Nele, o país aparece como um dos últimos em termos de salário pago aos professores, por exemplo. O valor que os educadores brasileiros recebem (US$ 14,8 mil por ano, calculado por uma média de 15 anos e usando o critério de paridade de poder de compra) fica imediatamente abaixo do valor pago na Turquia e no Chile, e acima apenas de Hungria e Indonésia.
Os professores brasileiro também são responsáveis por mais estudantes na sala de aula: 32 alunos, em média, para cada orientador, comparando com 27 no segundo lugar, o Chile, e menos de 8 em Portugal.
Combinando fatores como estes com o desempenho dos alunos - entre os piores entre os países pesquisados - a consultoria coloca o sistema educacional brasileiro como o mais ineficiente da lista. "Nossas conclusões sugerem que o Brasil deveria cuidar do salário dos professores para alcançar o objetivo da eficiência educacional", diz o relatório.
Para a consultoria, a meta seria um salário quase três vezes maior que o atual.

DEFICIÊNCIAS NO GASTO

Os dados mais recentes da OCDE mostram as debilidades no gasto educacional brasileiro. Segundo a organização, o gasto do governo brasileiro com educação cresceu rapidamente desde o ano 2000, atingindo 19% do seu orçamento em 2011 - a média do OCDE foi de 13%. O gasto público com educação chegou a 6,1% do PIB brasileiro, acima da média da OCDE de 5,6%, e à frente da proporção de outros latino-americanos como Chile - 4,5% - e México - 5,2%.
Porém, o gasto do Brasil com a educação foi o segundo menor de todos os países da OCDE e parceiros - US$ 3.066,00 contra uma média de US$ 9.487. O país ficou em 34o no ranking de 35 países da organização.

Fonte: www.acritica.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

segunda-feira, 27 de abril de 2015

17 terremotos atingiram a Amazônia entre janeiro e março de 2015




MANAUS - Quatro estados da Amazônia foram atingidos por tremores em 2015. A maior parte dos eventos esteve concentrada entre Mato Grosso e Pará, que registraram sete e seis terremotos, respectivamente. Nesses Estados, também foram registrados os sismos mais fortes da região, no entanto, em magnitudes moderadas e sem danos materiais.
O município acreano de Feijó (a 344 quilômetros da capital, Rio Branco) registrou o único tremor do Estado este ano e o mais forte da região, com 4,6 graus da Escala Richter. O mais fraco, aconteceu no Pará em Itaituba, com 1.9 grau. Tocantins e Amazonas também registraram terremotos. As informações são do Observatório Sismológico (Obsis) da Universidade de Brasília (UnB).

Redenção - PA 18.01.2015
Magnitude 2.4 graus

Rio Maria (PA) 19.01.2015
Magnitude 2.4 graus

Itaituba (PA) 19.01.2015
Magnitude 1.9 grau

Santa Luzia do Pará (PA) 20.01.2015
Magnitude 2.7 graus

Tabaporã (MT) 26.01.2015
Magnitude 4.0 graus

São Salvador do Tocantins (MT) 26.01.2015
Magnitude 2.3 graus

Confresa (MT) 11.02.2015
Magnitudes 4.1 graus 

Confresa (MT) 12.02.2015
Magnitude 3.1 graus

Arraias (TO) 12.02.2015
Magnitude 2.5 graus

Confresa (TO) 15.02.2015
Magnitude 3.5 graus

Rurópolis (PA) 03.03.2015
Magnitude 2.3 graus

Confresa (MT) 11.03.2015
Magnitude 2.1 graus

Santa Maria das Barreiras (PA) 16.03.2015
Magnitude 2.7

Nova Canaã do Norte (MT) 18.03.2015
magnitude 2.1 graus

Urucará (AM) 21.03.2015
Magnitude 3.6 graus

Feijó (AC) 28.03.2015
Magnitude 4.6 graus

Confresa (MT) 30.03.2015
Magnitude 2.8 graus

Fonte: www.portalamazonia.com

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

sexta-feira, 24 de abril de 2015

MEC prorroga prazo para renovação dos contratos do Fies até 29 de maio


Criado em 2005, o ProUni oferece bolsas de estudos no ensino superior em instituições particulares a estudantes do ensino médio da rede pública



MANAUS - O Ministério da Educação - MEC prorrogou para 29 de maio o prazo para os aditamentos do primeiro semestre de 2015 do Fundo de Financiamento Estudantil - Fies. O prazo para as renovações terminaria no dia 30 de abril. Para a adesão de novos contratos, no entanto, o prazo foi mantido no dia 30. Segundo a pasta, o MEC tomou essa decisão, em conuunto com o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação - FNDE, "para dar mais segurança e tranquilidade aos estudantes que ainda buscam aditar seus contratos no sistema".
Segundo nota divulgada pelo MEC, uma portaria com a mudança de prazo para a renovação dos contratos será publicada nesta sexta-feira, 24, no Diário Oficial da União, assinada pelo Presidente do FNDE, Antônio Idilvan de Lima Alencar.
Os aditamentos devem ser realizado por meio do Sistema Informatizado do Fies (SisFies).
De acordo com o último balanço divulgado pelo MEC, foram firmados 242 mil novos contratos. Em relação às renovações, dos 1,9 milhão de contratos, 1,6 milhão foram aditados. Faltam ainda 296 mil contratos para serem renovados.
Nesta quinta-feira, 23, o ministro voltou a garantir todas as renovações e, após estudantes relatarem dificuldades em acessar o sistema, disse que a pasta está trabalhando para assegurar o funcionamento do SisFies.
Em relação aos novos contratos, os candidatos devem ter obtido no mínimo 450 pontos na média do Enem e não terem tirado 0 (zero) na redação. Em relação aos cursos, estão sendo priorizados para os novos contratos que tiverem nota 5 (cinco) - pontuação máxima dada pelo MEC. Todos serão atendidos. Para os financiamentos de graduações com nota 3 e 4, serão considerados alguns aspecgtos regionais, priorizando localidades e cursos que historicamente foram menos atendidos.
O Fies oferece cobertura da mensalidade de cursos em instituições privadas de ensino superior a juros de 3,4% ao ano. O estudante começa a quitar o financiamento 18 meses após a conclusão do curso. O programa acumula 1,9 milhão de contratos e  abrange mais de 1,6 mil instituições.


Fonte: www. acritica.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

quinta-feira, 23 de abril de 2015

Ministério do Planejamento prevê concurso público com 220 vagas em 2015 para a FUNAI


Autorização do concurso da Funai é publicada


MANAUS - Novo concurso previsto para um órgão federal em 2015. A Fundação Nacional do Índio - FUNAI recebeu autorização do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, para abertura de concurso público no quadro de pessoal do órgão, em 3 carreiras de nível superior. Segundo a Portaria n. 85 publicada pelo Diário da União de 22 de abril, serão 220 vagas para ingresso na FUNAI.
As oportunidades serão apenas para cargos de nível superior nas seguintes carreiras: indigenista Especializado - 208 vagas -, Engenheiro - 7 vagas - e Engenheiro Agrônomo - 5 vagas. Veja autorização
O salário inicial da carreira de Indigenista Especializado está fixado em R$ 8.484,53, já contando as gratificações. As carreiras na FUNAI contam com promoções por progressão funcional, progressão por nível de capacitação, progressão por titulação profissional e progressão por Mérito Profissional. Os indigenistas atuam na proteção das terras e territórios indígenas, do acerva cultural, do patrimônio intelectual e dos direitos dos povos indígenas.
O provimento dos cargos depende do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e está condicionado à existência de vagas na data da nomeação; e à declaração do respectivo ordenador de despesa, quando do provimento dos referidos cargos, sobre a adequação orçamentária e financeira da nova despesa.
O prazo para lançamento do edital é de até 6 meses, contando a partir da publicação da portaria, feita no dia 17 de abril.

COMO O ÚLTIMO CONCURSO

O último concurso da FUNAI ocorreu em 2010 e foi coordenado pela empresa Cetro Concursos. Foram 425 vagas abertas no edital, para todos os níveis de escolaridade, sendo 75 para Nível Fundamental de Auxiliar em Indigenismo com salário inicial de R$ 3.080.38; 150 vagas para Nível Médio na função de Agente em Indigenismo com remuneração de R$ 3.321,90; e 200 vagas para nível superior de Indigenista Especializado, que tinha, na época, salário inicial de R$ 4.085,28, mais gratificações.
Os aprovados foram lotados nos Estados de Roraima, Amazonas, Acre, Rondônia, Mato Grosso do Sul, Amapá, Pará, Goiás, Maranhão, Tocantins, Minas Gerais, Bahia, Espírito Santo e Brasília. Veja mais do último concurso.

Fonte: www.acheconcursos.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br
rtcastroalves@gmail.com

segunda-feira, 20 de abril de 2015

A síndrome de avestruz do executivo brasileiro


Krícia Galvão, líder de pessoas e organização da Braskem


SÃO PAULO - Procuram-se gerentes seniores para atuar em diversas áreas do segmento automotivo. Remuneração: 18 mil reais. Benefícios: plano de saúde, vale-alimentação e escritório com vista para o mar.
O anúncio não só é verídico como ainda está valendo. A procura por candidato já passou dos seis meses e o motivo da demora não é apenas falta de gente capacitada para a função, mas a falta de interesse de profissionais em migrar para uma das regiões que mais crescem no país e e que mais geram empregos: o Nordeste.
Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, dois terços dos empregos gerados no Brasil em 2014, assim como um terço das vagas geradas com carteira assinada no mesmo período, estavam nessa região.
De acordo com uma pesquisa da consultoria Michael Page, a contratação de executivos de alta e média gerência no Nordeste cresceu 189% nos primeiros oito meses de 2014 em relação ao mesmo período de 2012. Apesar dos números a favor da região, a mesma pesquisa aponta que mais da metade das empresas locais sofre para fechar suas vagas executivas.
"Durante muito tempo, entendeu-se que as boas oportunidades de crescimento de carreira estavam apenas no Sul e no Sudeste, mas hoje o Norte e o Nordeste estão com o mercado mais acelerado e com muitas possibilidades de 12% consolidação de carreira", afirma Felipe Mançano, diretor do escritório de Recife e Salvador da Michael Page, que saiu do interior de São Paulo para abrir a operação nordestina há cinco anos.
Segundo Mançano, em outros países esse "apego" ao local de origem é muito menor e a visão de desenvolvimento profissional tende a ser maior. "Nos Estados Unidos, por exemplo, se você vai trabalhar com petróleo, já sabe que terá de ir para o Texas", diz ele. "Será impossível permanecer em Nova York".
O brasileiro, por sua vez, tem medo de sair da toca e acostuma colocar inúmeros obstáculos para recusar ofertas tentadoras fora de seu hátibat, a começar pela vida pessoal. "O profissional não chega ao fim de uma transferência se não acomodar a vida familiar", diz Oliver Kamakura, sócio de capital humano da consultoria americana EY. Outra desculpa comum de se ouvir é o medo de perder visibilidade.
"Tivemos há pouco tempo uma vaga de nível executivo em Fortaleza e o profissional que recrutamos não quis ir porque alegou que ali ficaria escondido do mercado", diz Jacqueline Resch, sócia-diretora da Resch Recursos Humanos, empresa de recrutamento e seleção, com sede no Rio de Janeiro.

O DOBRO DO TEMPO

A dificuldade de atração fica evidente no tempo para preenchimento das vagas. Um levantamento da Talenses, companhia de recrutamento, realizado com seus clientes em todo o país, detectou que, enquanto uma vaga para coordenação ou gerência leva, em média, 70 dias para ser preenchida em São Paulo ou em outra capital do Sudeste, no Nordeste o tempo é, no mínimo, o dobro.
Piora ainda quando é fora do eixo Recife-Salvador. "Uma vaga de gerência que eu consigo preencher em seis meses em Salvador, em Maceió eu nem saberia dizer", diz Krícia Galvão, líder de pessoas e organização da Braskem para Alagoas e Bahia. "Conforme o tempo passa, já preferimos alterar a estratégia de atração, porque, do contrário, sabemos que não será possível preencher a vaga".
As empresas normalmente encontram no próprio quintal a solução para esse problema. Muitas vezes a transferência de um profissional da casa, que atua em outra região, é mais simples do que a busca por alguém no mercado, desde que, orientam os herdhunters, a companhia faça disso um plano de carreira e desenvolvimento para o profissional.
Para conseguir preencher suas posições de liderança no Nordeste, a Braskem, por exemplo, investe em programas de desenvolvimento de pessoas e na formação de jovens para processos de sucessão. "Desde que entram na empresa, os funcionários recebem treinamento constante tanto em competências técnicas como em habilidades de relacionamento interpessoal", diz Krícia.
"E nosso planejamento de sucessão está alinhado aos desafios do negócio e ao plano de vida e carreira das pessoas. Quando pensamos em movimentar alguém, sabemos com quem podemos contar". Ainda assim, na Braskem, apenas 30% dos profissionais em mobilidade estão no Nordeste. Já São Paulo detém o recorde de 50% das transferências.
A Suzano passou pelo desafio de abrir uma nova unidade no Nordeste há pouco mais de um ano, em Imperatriz, no Maranhão. Na época da obra, 64% dos trabalhadores da construção civil contratados eram do próprio Estado.
Já as posições de liderança em áreas mais técnicas, como Engenharia e Tecnologia da Informação, foram preenchidas, no início das operações de Imperatriz, por profissionais realocados de outras unidades da empresa pelo Brasil.
"Nossa finalidade era promover o início da operação da nova fábrica", explica Almir Chimetto, gerente de recursos humanos da empresa no Maranhão. "Com o tempo, programas trainees, de estágios e de jovens aprendizes foram criados para especializar a mão de obra local e suprir as necessidades em áreas mais técnicas e específicas".
Atualmente, 70% dos profissionais da fábrica são da região e 30% de outras localidades. "Nossos líderes estão sendo formados na própria empresa, que colabora para o desenvolvimento desses profissionais por meio de subsídios para graduação e pór-graduação", diz Chimetto.

Fonte: www.exame.com

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br
rtcastroalves@gmail.com