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sábado, 28 de setembro de 2013

DEPOIS DE NOTÁVEL DIMINUIÇÃO, ANALFABETISMO VOLTA A CRESCER NO BRASIL


Analfabetismo no Brasil (1992-2012) (VALE ESTE) (Foto: Editoria de arte/G1)


BRASÍLIA - A taxa de analfabetismo no Brasil parou de cair. Segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios - PNAD divulgada nesta sexta-feira, 27, em 2012, a taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade foi estimada em 8,7%, o que correspondeu ao contingente de 13,2 milhões de analfabetismo. Em 2011, essa taxa foi de 8,6% e o contingente foi de 12,9 milhões de pessoas.
Esta é a primeira vez que a taxa de analfabetismo aumenta em 15 anos. A última vez que o índice subiu em relação ao ano anterior foi em 1997. A partir de então, o índice vinha apresentando queda constante. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE, a variação de 0,1 ponto percentual de 2011 para 2012 está dentro do "intervalo de confiança", e não significa necessariamente que o analfabetismo aumentou e sim que se manteve estatisticamente estável.
Em relação aos dados regionais, em 2012, as regiões Sul e Sudeste apresentaram taxas de analfabetismo de 4,4% e 4,8%, respectivamente, tendo a região Sudeste mantido a mesma taxa que o ano anterior. Na região Centro-Oeste, a taxa foi de 6,7%. Na região Norte, o índice é de 10%.
A região Nordeste registrou taxa de analfabetismo de 17,4% entre as pessoas de 15 anos ou mais de idade em 2012, 0,5 ponto percentual acima da taxa de 2011 - 16,9. O Nordeste concentra mais da metade - 54% - do total de analfabetismo de 15 anos ou mais de idade do Brasil, um contingente que somava 7,1 milhões de pessoas. Mas analisando a evolução em 8 anos, a maior queda da taxa de analfabetismo foi verificada na região Nordeste, de 5,1 pontos percentuais - 22,5% em 2004, para 17,4% em 2012.
No Centro-Oeste a taxa de analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade passou de 6,3% em 2011 para 6,7% em 2012, o que também não foi estatisticamente significativo. No Brasil, a taxa foi estimada em 8,7%, frente a 8,6% em 2011 e 11,5% em 2004. Em 2012, havia no país 13,2 millhões de analfabetos com 15 anos ou mais de idade.
A taxa de analfabetismo no país tem se mostrado maior nos grupos de idades mais elevadas em todas as regiões. Entre aqueles que tinham de 15 a 19 anos de idade, a taxa foi de 1,2%, contra 1,6% entre os de 20 a 24 anos; 2,8% no grupo de 25 a 29 anos; 5,1% de 30 a 39 anos, alcançou 9,8% para as pessoas de 40 a 59 anos e foi de 24,4% entre os com 60 anos ou mais de idade.

selo Pnad analfabetismo (Foto: Editoria de arte/G1)


Para IBGE, só a próxima PNAD poderá confirmar aumento do analfabetismo. "Ao longo do tempo, a tendência foi de redução como um todo, com taxas em níveis estáveis entre a população idosa. O resultado de 2012 não é significativo em relação a 2011, pode ter acontecido por conta da amostragem probabilística. No ano que vem é que se vai ver se a taxa permanece estável ou continua na tendência de queda", disse a presidente do IBGE, Wasmália Bivar.
Em nota, o Ministério da Educação afirmou que o "o analfabetismo de jovens e adultos vem sendo reduzido no Brasil - passou de 11,5% em 2004 para 8,7% em 2012", e destacou que "na faixa de 15 a 19 anos, a PNAD de 2012 registra a taxa de analfabetismo de 1,2%, muito inferior à média geral, o que demonstra a efetividade das políticas em curso para a educação básica".
O MEC diz ainda que "na análise dos dados da PNAD deve-se considerar a dificuldade de identificar variações significativas no intervalo de um ano para outro, consideradas a metodologia usada e a natureza do fenômeno medido. Nesse caso, a análise da série temporal apresenta uma visão mais adequada do fenômeno em questão. O MEC monitora com atenção os dados de evolução do analfabetismo no país e dará continuidade aos esforços no sentido de romper com o ciclo de produção do analfabetismo".
O estudo investiga dados sobre população, migração, educação, emprego, família, domicílios e rendimento. Foram ouvidas 362.451 pessoas em 147.203 domicílio. Segundo o IBGE, a população residente em 2011 no país era de 196,9 milhões.
Os maiores índices de pessoas de 10 anos ou mais de idade sem instrução se concentram na região Nordeste, seguida por Sudeste. Confira os números na tabela abaixo:


Pessoas sem instrução ou com menos de um ano de estudos
NorteNordesteSudesteSulCentro-OesteBrasil
20111.863.0008.636.0005.594.0001.781.0001.300.00019.173.000
20121.385.0007.082.0004.268.0001.335.0001.058.00015.128.000
Fonte: Pnad 2012/ IBGE










A pesquisa aponta também uma diminuição na taxa de analfabetismo funcional, representada pela proporção de pessoas de 15 anos ou mais com menos de 4 anos de estudos. Caiu de 20,4% em 2011 para 18,3% em 2012. No ano passado foram contabilizados 27,8 milhões de pessoas nestas condições.
Em contrapartida à ligeira recuperação nas taxas de brasileiros com pouco ou nenhum estudo, o índice de analfabetismo entre pessoas com 25 anos ou mais aumentou. Subiu de 10,6% em 2011 para 10,7% em 2012. Assim, em 2012, havia 14,2 milhões de pessoas com nível superior completo, 6,5% a mais que um 2011.

Fonte: www.g1.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

quinta-feira, 26 de setembro de 2013

BID EMPRESTA US$ 151 MILHÕES PARA MELHORAR COBERTURA E QUALIDADE DA EDUCAÇÃO NO AMAZONAS


Em 2012, 32 instituições ofereceram 30.264 vagas para cotistas (a partir de programas com critérios próprios), equivalente a 21,6%, percentual superior ao exigido pela lei



MANAUS - O Banco Interamericano de Desenvolvimento - BID investirá US$ 151 milhões para apoiar o Programa de Aceleração do Desenvolvimento da Educação do Amazonas - PADEAM, com o objetivo de melhora a qualidade dos serviços educacionais e expandir o acesso à educação do Ensino Fundamental e Médio.
Esta iniciativa permitirá a inclusão de mais de 30 mil crianças e jovens das áreas ribeirinhas e do interior do Estado, que atualmente encontram-se fora do sistema educacional. A Secretaria de Estado de Educação do Amazonas apresentará contrapartida de cerca de US$ 122 milhões do projeto.
"O principal desafio que temos na América Latina é a qualidade da educação. Este empréstimo é prioritário por ser uma oportunidade de ajudar o Estado do Amazonas a obter sucesso na melhora da efetividade do ensino e da aprendizagem de todas as suas crianças e jovens", explicou Marcelo Pérez Alfaro, chefe de equipe do projeto do BID no Brasil. "O Amazonas, por sua extensão e geografia peculiar, apresenta enormes desafios no acesso ao sistema educacional, uma vez que há muitas áreas ribeirinhas de difícil acesso", acrescentou Pérez.
De acordo com números do Ministério da Educação e do Instituo Nacional de Estudos e Pesquisa Educacionais Anísio Teixeira - INEP, apenas 50% dos jovens de 16 anos concluiu o Ensino Fundamental no Estado do Amazonas, em comparação com a média nacional de 63%. Além disso, na Prova Brasil aplicada em 2009, apenas 20,8% das crianças do quinto ano demonstraram ter adquirido os conhecimentos adequados em Matemática e somente 25,3%, em Português. Esses números são significativamente inferiores às medidas nacionais, de 32,6% e 43,2%, respectivamente.
O PADEAM destinará US$ 102,8 milhões para a construção de 12 centros educacionais e a ampliação e adaptação de outros 20, além de equipar mais de 500 escolas já existentes para acesso a serviços educacionais via satélite em tempo real. Para isso, serão preparados kits tecnológicos, contratados serviços de conectividade por satélite e instaladas antes de comunicação que permitirão que o sistema educacional alcance áreas afastadas. Também será reforçada a assistência técnica para as escolas, oferecendo conteúdos educacionais em formato eletrônico.
Além do investimento em infraestrutura, serão utilizados US$ 15,9 milhões para aumentar os índices de aproveitamento escolar e melhorar a aprendizagem, e US$ 28,5 milhões para expandir a capacidade do Estado do Amazonas em gestão, monitoramento e avaliação da rede escolar. O empréstimo do BID tem prazo de 25 anos, com um período de carência de 5,5 anos e taxa de juros baseada na LIBOR.

* Com informações da assessoria de imprensa do BID

Fonte: www.acritica.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br


segunda-feira, 23 de setembro de 2013

ESPECIALISTAS DEFENDEM EDUCAÇÃO SEXUAL CONTRA PORNOGRAFIA






MANAUS - Pais sempre se preocuparam com a possibilidade de seus filhos acessarem material e imagens inapropriados na internet, mas a popularização  dos smartphones e dos tablets significa que os pais têm cada vez menos controle sobre as atividades online dos filhos.
No que se refere às atitudes dos adolescentes diante da pornografia online, a educação sexual na escola seria a chave para afastá-los do risco? A especialista Miranda Horvarth, professora de psicologia da Universidade de Middlesex, na Grã-Bretanha, e autora de um recente estudo sobre o tema, acredita que sim.
Para ela, a educação sexual nas escolas seria um primeiro passo fundamental para fazer com que as crianças falem mais sobre sexo e relacionamentos, o que poderia reduzir o apetite delas por materiais sexualmente explícitos.
Segundo a pesquisa coordenada por Horvarth, a pornografia influencia as atitudes dos adolescentes em relação ao sexo e aos relacionamentos e pode levar os jovens a se iniciar sexualmente mais cedo.
A pesquisa mostra que meninos e jovens do sexo masculino procuram pornografia muito mais que as meninas e as jovens do sexo feminino. As mulheres têm mais chances de serem expostas à pornografia de forma não intencional.
As motivações para acessar conteúdo pornográfico incluem curiosidade, prazer, influência dos pares e como fonte de informação.

ESPAÇO PARA QUESTÕES

Horvarth diz que a chave para evitar a influência negativa da pornografia é prover às crianças e aos adolescentes um espaço para que eles formulem questões sobre pornografia e falem sobre suas experiências.
"Os jovens têm muito a dizer sobre o tema", diz. Segundo ela, as aulas de educação sexual "não deveriam fazer juízo de valor".
Mark Limmer, professor de Saúde Pública na Universidade de Lancaster, também na Grã-Bretanha, concorda que a educação sexual e de relacionamentos nas escolas poderia passar mensagens positivas sobre sexo.
"Precisamos que as crianças e os jovens entendam que o sexo tem lugar em um relacionamento, que é prazeroso e íntimo. As escolas deveriam adotar uma perspectiva saudável sobre isso", diz.
"De certa forma, estamos sempre dizendo às crianças: 'Não faça isso'... Deveríamos ajudá-las e apoiá-las em vez de dizer não faça isso", afirma.
Ele sugere que meninos e meninas podem ser atraídos para a pornografia se suas questões sobre sexo e relacionamentos não são respondidas na sala de aula, da mesma maneira que mensagens fortes sobre o fumo podem estimulá-las, ao invés de desestimulá-las, a provar o cigarro.
Ele diz que isso deveria começar com aulas sobre igualdade de gênero na pré-escola e com conversas diferentes sobre sexo.
"Se acertamos com isso no começo, as conversas depois ficam mais fáceis", diz Limmer.

PASTES DO CORPO

Lucy Emmerson, da ONG Sex Education Forum, diz que "aprender sobre essas questões pode dar condições aos jovens de estar mais no controle e reduz as chances de que eles procurem respostas sobre sexo e relacionamento em outros lugares".
Em sua opinião, tudo deve começar ensinando às crianças de escolas primárias os nomes corretos das partes de seus corpos, para que os adultos possam se sentir mais confortáveis em conversas com elas sobre isso.
As crianças deveriam então aprender sobre o que é legal e o que é ilegal e também sobre os perigos de atitudes como o chamado "sexting"- o envio de mensagens e imagens explícitas por telefones celulares.
"É muito importante ser proativo. Não podemos esperar que eles encontrem pornografia. Em vez disso, é melhor conversar sobre o assunto abertamente", diz.

Fonte: www.g1.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

sábado, 21 de setembro de 2013

SIMULADO DO ENEM TEM PLANO DE ESTUDO PERSONALIZADO AO CANDIDATO



Simulado 'Geekie Games' oferece testes e aulas para estudante treinar para o Enem (Foto: Reprodução)



BRASÍLIA - A plataforma Geekie Games - desafio do Enem oferece, além de um simulado inteligente para os alunos que farão o Exame Nacional do Ensino Médio-ENEM, um plano de estudos personalizado com base nos erros demonstrados pelos candidatos que responderam às perguntas. É uma oportunidade real de treinar para o exame que será aplicado nos dias 26 e 27 de outubro. A participação no simulado é gratuita e feita inteiramente pela internet.
Professores e diretores de escola também têm uma área exclusiva na plataforma. Há uma interface que dá a possibilidade de acompanhar o desempenho dos alunos em tempo real.
O 'Geekie Games' é uma realização da Geekie, uma startup de tecnologia aplicada à educação. A plataforma inclui testes para o estudante treinar seus conhecimentos, aulas on-line e, de 9 a 16 de outubro, um simulado feito nos mesmos moldes do ENEM.
As questões usadas nos testes e no simulado final utilizam a Teoria de Resposta ao Item - TRI, método de avaliação utilizado pelo ENEM que dá pesos diferentes para as questões de acordo com seu grau de dificuldade.
Por isso, a plataforma consegue entender em quais conteúdos o estudante tem mais dificuldade, de acordo com as alternativas que ele escolhe durante o simulado. Assim, é possível montar 'missões' que indiquem os temas aos quais o candidato deve se dedicar com mais afinco para evoluir e aumentar sua pontuação.

COMO PARTICIPAR 

1. Faça a sua inscrição. É grátis
Os estudantes vão poder se inscrever criando uma cum login e senha ou usando o seu perfil no Facebook. O acesso vai permitir acumular pontos nas provas, comparar o seu desempenho com os de outros participantes, e receber um relatório com seus pontos fortes e pontos fracos em cada uma das quatro áreas de conhecimento que são cobradas no ENEM.

2. Teste os seus conhecimentos
Após a inscrição, o participante cai em uma página de acesso para testes nas quatro disciplinas do ENEM: Ciência da Natureza, Ciências Humanas, Matemática e Linguagens. Basta clicar em uma delas e começar a responder as questões que vão trinar o aluno para o simulado.
São 21 questões em cada uma das áreas de conhecimento que o estudante pode fazer na ordem que quiser. A prova pode ser feita em qualquer dia e horário de acordo com as possibilidades dos alunos. Não é obrigatório responder às questões de todas as quatro disciplinas, mas o ideal é que o aluno possa medir todo o seu conhecimento das áreas exigidas no ENEM. Até o dia 17 (passado), o número de questões era de 36, mas mudou para 21, a fim de que o estudante possa ter um diagnóstico mais rápido dos seus pontos fortes e fracos.

3. Veja o seu desempenho
Ao enviar as respostas, elas serão analisadas e ele vai receber um desempenho em cada uma das provas. O participante vai poder ver quantas questões acertou, e quais foram os pontos fortes e os pontos fracos diagnosticados naquele teste.
Também é mostrado um ranking no qual a nota do aluno é comparada com as de outros participantes e ele pode ver em que posição se encontra no ranking do Geekie Games.

4. Reforce o seu conteúdo
A partir dos pontos fracos, o candidato tem acesso a aulas online explicando o assunto no qual ele mostrou ter mais dificuldade. Em texto e vídeo, o estudante pode rever o conteúdo e assimilar melhor a matéria. Em seguida, ele é convidado a fazer testes para detectar se entendeu melhor o assunto.
É preciso completar todas as missões enviadas pela plataforma para poder certificar de que tudo foi assimilado. Em seguida, o estudante pode voltar a fazer a prova daquela disciplina elaborada com questões diferentes.

5. Faça as outras provas
Não é obrigatório fazer as quatro provas das disciplinas do ENEM para participar do grande simulado final em outubro, mas é recomendável que o candidato teste todos os seu s conhecimentos para chegar bem treinado para o exame do MEC.

CÁLCULO DAS NOTAS

A plataforma tem três etapas para deixar o aluno melhor preparado para o ENEM. Na primeira etapa, quem se inscrever vai poder fazer exercícios das quatro áreas de conhecimento que são cobradas no ENEM: Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Matemática e Linguagens. Na segunda etapa, o estudante recebe um plano de estudos destacando seus pontos fortes e pontos fracos que merecem maior atenção. Ao final do processo, de 9 a 16 de outubro, o aluno vai fazer um simulado online no mesmo formato do ENEM.
As notas são calculadas a partir da TRI. O cálculo final não soma a quantidade de respostas certas, mas a "qualidade" destas respostas. Na TRI, o foco é o item, como é chamada cada questão. A teoria é o conjunto de modelos que relacionam uma ou mais habilidades com a probabilidade de a pessoa certar a resposta. Assim, dois candidatos podem acertar o mesmo número de questões, mas terão pontuações diferentes de acordo com quais questões ele acertou.
A TRI qualifica o item de acordo com três parâmetros: o poder de discriminação, que é a capacidade de um item distinguir os estudantes que têm a proficiência requisitada daqueles que não a têm; o grau de dificuldade da questão; e a possibilidade de acerto ao acaso (chute) pelo "Geekie Games" será possível ao estudante comparar sua nota com a nota de corte dos cursos e faculdades de sua escolha, além de saber que objetos de conhecimento priorizar para atingir seus objetivos.
A plataforma permite ainda que professores, escolas e secretarias de educação tenham acesso ao desempenho dos seus estudante e possam entender as principais dificuldades dos alunos.
A inscrição pode ser feita até o dia 9 de outubro, mas o ideal é se inscrever o quanto antes e já poder fazer uso da plataforma na qual o aluno recebe um plano de estudos personalizado feito por professores para que possa estudar usando uma plataforma interativa que identifica como ele aprende melhor.
Na plataforma, o aluno tem acesso a textos e vídeos sobre o conteúdo abordado nas provas. Durante esse período, o professor e a escola podem acompanhar  a evolução e desenvolvimento dos seus alunos e ajudá-los a se preparar para o ENEM.
Um ranking atualizado diariamente vai mostrar o desempenho dos alunos por área de conhecimento.


SIMULADO FINAL

De 9 a 16 de outubro, o estudante vai fazer o grande simulado do ENEM. A prova terá os mesmos moldes do exame do MEC: em um dia o aluno responde a 90 questões de múltipla escolha, sendo 45 de ciências humanas e 45 de ciências da natureza, em 4h30min de prova, sem interrupções. No segundo dia, terá o mesmo tempo para responder a mais 90 questões, metade de Matemática e metade de Linguagens e Códigos.
Esse simulado será aberto para todos os alunos, mesmo aqueles que não estiverem utilizando a plataforma. O participante vai receber um relatório personalizado do seu desempenho com a pontuação obtida no simulado e a comparação do seu desempenho com as notas de corte dos cursos oferecidos no último Sistema de Seleção Unificada-SISU.
O ENEM será realizado nos dias 26 e 27 de outubro. O exame tem 7,1 milhões de candidatos inscritos.


Fonte: www.g1.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br


domingo, 15 de setembro de 2013

SAIBA COM EVITAR PROBLEMAS EM SEU CARRO





Os aditivos cumprem funções importantes. No óleo e no combustível, fazem com que as peças do motor estejam sempre limpas. Na água do radiador, evitam que ela ferva ou congele. Mas isso não significa que e devam usá-los livremente. Para tirar a dúvida, o primeiro passo é consultar o manual do proprietário. Alguns fabricantes desaconselham explicitamente o uso de aditivos - e o desrespeito a essa regra pode acarretar a perda da garantia. O motivo: quando um carro já sai de fábrica com componentes aditivados e as revisões regulares cuidam de manter essas substâncias no nível correto, qualquer uso extra pode, em vez de proteger, danificar o veículo. Há três situações em que vale recorrer aos aditivos: se o manual não os proíbe; se você é o tipo de proprietário que perde todos os prazos de revisão, ou, se o seu carro é usado e você não faz a menor ideia do comportamento do proprietário anterior. Especialistas consultados por VEJA dizem quando e como empregá-los.

ADITIVO PARA COMBUSTÍVEL (GASOLINA, ÁLCOOL, FLEX OU DIESEL)

Para que serve: evita que depósitos de sujeira resultantes do uso do combustível se acumulem no motor, o que causa perda de potência, falhas e, em casos extremos, o seu entupimento. Além disso, um motor que funciona bem polui menos.
Quando deve ser usado: 1. Se você tem um carro novo. Não é necessário. O motor dos carros nacionais e importados já vêm preparado para o uso da gasolina comum e do álcool; 2. Se você não fez as revisões - deve usar os aditivos de limpeza profunda, destinados, justamente, a carros que não passam por manutenção periódica. O uso é recomendado a cada 5 mil km; 3. Se seu carro é usado e os hábitos do proprietário  anterior são desconhecidos: deve-se usar os aditivos destinados à limpeza profunda a cada 5 mil km.
O aditivo sempre é uma boa forma de evitar problemas, mas não os soluciona. Um carro que já possui muitos depósitos de sujeira no motor, com fraco desempenho, alto consumo e falhas, deve ir para o mecânico: o aditivo, sozinho, não corrige essas falhas. E também não promove nenhuma economia de combustível nem melhora de desempenho: quem oferece aditivo prometendo que o carro ficará mais econômico ou terá mais aceleração age de má-fé.

ADITIVO PARA ÓLEO LUBRIFICANTE

Para que serve: combate o acúmulo de sujeira de óleo nas partes internas do motor. Também auxilia a lubrificação, reduzindo o atrito e aumentando a vida útil do motor.
Quando deve ser usado: 1. Se você tem um carro novo: não é necessário; 2. Se você não fez as revisões: a cada troca de óleo, respeitando-se sempre o intervalo estabelecido pelo fabricante do veículo e do óleo, que normalmente varia entre 5 mil e 10 mil km rodados; 3. Se seu carro é usado e os hábitos do proprietário anterior são desconhecidos: a cada troca de óleo, respeitando-se sempre o intervalo estabelecido pelo fabricante do veículo e do óleo, que normalmente varia entre 5 mil e 10 mil km rodados.
Uma overdose de aditivos no óleo do motor é prejudicial, pois altera as especificações do fabricante. Fuja de ofertas de frentistas para completar o nível do óleo apenas com aditivo: o principal lubrificante do motor é o óleo, e não do aditivo. Também não serve para motores nos quais a borra já tenha se acumulado em demasia. Para esses casos a saída é mesmo a oficina.

ADITIVO PARA RADIADORES

Para que serve: para evitar que a água do radiador, que é responsável por retirar o calor do motor, congele em temperaturas muito baixas ou ferva nas alturas. Esse tipo de aditivo tem ainda propriedades anticorrosivas: impede que a água enferruje as partes de metal do radiador.
Quando deve ser usado: 1. Se você tem um carro novo: no caso de aditivos mais caros e modernos, que hoje equipam praticamente todos os veículos 0 km do mercado, a troca pode ser realizada a cada dois anos; 2. Se você  não fez as revisões: normalmente uma vez por ano; 3. Se seu carro é usado e os hábitos do proprietário anterior são desconhecidos: para evitar dor de cabeça, convém usar o aditivo logo após a compra. Depois disso, recomenda-se usá-lo uma vez por ano ou a cada 10 mil km.
No caso de veículos mais rodados ou antigos, convém substituir todo o líquido de refrigeração a cada ano. Isso só deve ser feito por um mecânico profissional. É necessário esvaziar todo o sistema para depois enchê-lo novamente. Quando é preciso apenas completar o líquido do radiador, deve-se fazê-lo com aditivo, respeitando a proporção de mistura com água indicada na embalagem. Se for necessário completar o nível do radiador constantemente, deve-se procurar um mecânico. É indício de vazamento ou de mau funcionamento do sistema.

Fonte: www.veja.abril.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br


sexta-feira, 13 de setembro de 2013

UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAZONAS AINDA É A MAIS BEM CONCEITUADA ENTRE AS DO ESTADO EM RANKING NACIONAL


Para os estudantes finalistas do Ensino Médio são oferecidas 2.718 vagas nos 114 cursos de graduação da capital e dos campi da Ufam do interior do Estado



MANAUS - O 2o Ranking Universitário da Folha-RUF, divulgado na tarde desta quinta-feira, 12, no site da Folha de São Paulo, coloca três universidades do Amazonas - as únicas incluídas na pesquisa foram a Universidade Federal do Amazonas, Universidade do Estado do Amazonas e Centro Universitário Niltons Lins - em posições e com notas relativamente baixas na lista.
A Universidade Federal do Amazonas-UFAM ainda é a melhor opção de estudos da capital e figura em 66o lugar, com nota geral de 52,63. Já a Universidade do Estado do Amazonas-UEA aparece em 101o, com 37,78 de nota, e o Centro Universitário Nilton Lins-UniNilton Lins em 166o, cem posições abaixo da Federal e distante apenas 26 casas da última posição, somando 17.38 pontos na nota.
O RUF leva em consideração cinco indicadores que, juntos, somam até 100 pontos: ensino, valendo 32 pontos; que considera alguns subindicadores, como a porcentagem de professores que tem doutorado, quantos têm dedicação integral e a nota geral no Enade; Mercado de Trabalho, que chega a 18 pontos e usa como base dados da área de recursos humanos de empresas de todo o país; Inovação, com 4 pontos, que analisa o número de pedidos de patentes; Pesquisa, valendo 40 pontos, com o total de trabalhos e artigos científicos publicados; e, Internacionalização, com 6 pontos, que considera principalmente a quantidade de publicações em reação ao número de docentes.
A lista ainda monta subrankins para cada indicador. A UFAM ficou em 105o lugar no Ensino, 61o em Pesquisa, 43o em Mercado, 27o em Inovação e 80o em Internacionalização. A UEA ficou com os lugares 130o no Ensino, 96o em Pesquisa, 81o na Internacionalização. Por último, em com as piores médias, está a UniNilton Lins: 190o, 130o, 155o e 143o, respectivamente. O ranking não levou em conta dados de Inovação nem para a UEA nem para a UniNilton Lins, por falta de dados.


RANKING

O RUF analisou 192 universidades brasileiras e constatou poucas mudanças no cenário geral em comparação à sua primeira edição. A Universidade de São Paulo-USP continua em primeiro lugar e a Universidade do Estado de Roraima, permanece em último. Para isso, o ranking utiliza dados do Ministério da Educação, da DataFolha e do Instituto Nacional da Propriedade Industrial-INPI.

AS DEZ MELHORES COLOCADAS NO RUF

1o - Universidade de São Paulo - USP - Nota: 96.89
2o - Universidade Federal do Rio de janeiro - UFRJ - Nota: 95.64;
3o - Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG - Nota: 94.90;
4o - universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS - Nota: 94.58;
5o - Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP - Nota: 94.27;
6o - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP - Nota: 91.76;
7o - Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC - Nota: 91.7;
8o - Universidade de Brasília - UNB - Nota: 91.65;
9o - Universidade Federal do Paraná - UFPR - Nota: 90.1;
10o - Universidade Federal de Pernambuco - UFPE - Nota: 89.21.


Veja lista completa aqui, que também oferece rankings por cursos



Fonte: www.acritica.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

POLÍCIA MILITAR DO AMAZONAS DEVE CHAMAR AINDA ESTA SEMANA MAIS 600 CANDIDATOS APROVADOS NO ÚLTIMO CONCURSO PARA SOLDADO





MANAUS - O governador do Amazonas, Omar Aziz, autorizou a chamada de 600 selecionados para o concurso da Polícia Militar do Estado, que serão chamados por meio de Edital, que deve ser publicado ainda esta semana. A informação foi confirmada pelo Comandante-Geral da PM, Coronel Almir David.
A listagem será fornecida pelo Instituto Superior de Administração e Economia da Fundação Getúlio Vargas - Isae/FGV, responsável pelo concurso público.
"Estamos finalizando os processos administrativos para publicarmos no Edital os requisitos, porque serão feitos testes de aptidão técnica, toxicológico e psicotécnico", afirmou o Coronel Almir David. "Queremos agilizar para formar estes policiais militares em dezembro".
O concurso foi realizado em 2011, mas foi prorrogado por mais dois anos. Mais de 54 mil pessoas se candidataram para 2.473 vagas oferecidas no certame, para cargos de nível médio e superior. Foram disponibilizadas 2.000 vagas para o cargo de Soldado, com 4.000 aprovados na primeira fase e 405 vagas para Oficiais.
De acordo com o Comandante-Geral, os novos Policiais Militares serão divididos na capital e em 12 municípios do interior do Estado, onde será implementado o 'Ronda no Bairro'.
"Hoje o 'Ronda no Bairro' já atende todas as zonas da capital, agora a nossa preocupação está em levar o projeto para o interior de acordo com as necessidades", disse o coronel.
Segundo o Coronel Almir David, seis municípios têm prioridade para receber o projeto, pela quantidade de habitantes. São eles: Iranduba, Manacapuru, Itacoatiara, Parintins, Humaitá e Coari. Na capital, o efetivo será complementado.

Fonte: www.diariodoamazonas.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br