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domingo, 30 de junho de 2013

PREFEITURAS DO INTERIOR DO AMAZONAS FAZEM CONTRATAÇÕES MILIONÁRIAS


Prefeituras do interior do Amazonas fazem contratações milionárias de produtos.



Manaus - Nos últimos dois meses, as prefeituras do interior do Amazonas homologaram contratações milionárias para aquisição de serviços e produtos que compreendem desde aluguel de aeronaves até compra de combustível. As contratações foram publicadas no Diário Oficial dos Municípios do Amazonas e contrastam com as frequentes queixas de que as prefeituras do interior do Estado estão com poucos recursos financeiros.
O valor mais alto registrado em maio foi pago pela Prefeitura de Caapiranga, município distante 133 quilômetros a oeste de Manaus, que irá pagar R$ 5 milhões por serviços de perfuração e manutenção de poços nos prédios da administração municipal do prefeito Zilmar Sales (PSD). Para realizar os serviços a prefeitura contratou a microempresa Ympaktos Empreendimentos Ltda.
Na região do médio rio Amazonas, o prefeito Mamoud Amed Filho (PSD), atual administrador de Itacoatiara, distante 175 quilômetros a leste da capital, adquiriu serviços de fornecimento de combustíveis (gasolina e óleo diesel) por R$ 4,8 milhões. Os produtos serão utilizados pela frota de veículos da Prefeitura daquele município pelo período de nove meses. A fornecedora será a pessoa jurídica empresa Marcos Antônio da Silva Cabral, classificada como empresa de pequeno porte no extrato de contrato divulgado no Diário Oficial dos Municípios do Amazonas.
Outro município que também vai investir alto em combustível é Tabatinga, a 1.066 quilômetros de Manaus, no extremo oeste do Amazonas.
O prefeito Raimundo Caldas, mais conhecido como ‘Calango’, (PDT) contratou por meio de licitação a pessoa jurídica microempresa Edilson Gurgel Filho, pelo valor de R$ 3,010 milhões para aquisição de combustíveis, lubrificantes e derivados de petróleo, para atender as necessidades das secretarias e órgãos municipais de Tabatinga. 
Em Iranduba, o prefeito Xinaik Silva de Medeiros (PTB), contratou a empresa D.C.M. Construções e Serviços de Transportes Ltda. para locação de patrulha mecânica pelo valor de R$ 1,644 milhão. A licitação para contratação da empresa foi homologada em 26 de abril.
Chama a atenção também o contrato para fretamento de aeronaves, firmado entre a Prefeitura de Juruá e a empresa Amazonaves Táxi Aéreo Ltda. Pelos serviços, o prefeito Tabira Dias Ferreira (PSD) vai pagar o valor de R$ 1,416 milhão.
Explicações
De acordo com o presidente da Comissão de Licitação da Prefeitura de Caapiranga, Diego Alberto de Lima, o valor de R$ 5 milhões para a construção dos poços é apenas uma projeção de preços e não representa o valor que será pago pela prefeitura. “O pregão foi feito na modalidade de registro de preços, o que não me obriga a contratar o serviço. Só vai ser usado o serviço que vai ser necessário. Mais importante que isto é que aderimos ao portal da transparência, então todos os gastos feitos pela prefeitura podem ser acompanhados por qualquer pessoa através da internet”, ressaltou Lima.
O prefeito de Tabatinga, Raimundo Caldas, explicou que a cidade possui apenas um posto de combustível e o valor do litro da gasolina supera R$ 4. “Foi uma licitação para o ano todo. Além disso, a gente deve superar um pouco mais de um milhão até o final do ano, não vai ser gasto todo o valor licitado. Este combustível vai ser usado também para o transporte escolar na zona rural que, geralmente, faz uso de barcos”, explicou o prefeito.
Para o prefeito de Itacoatiara, Mamoud Amed Filho, a licitação para a compra de combustível foi feita abaixo do valor de mercado. “Aqui temos quase 200 escolas, muitas em comunidades rurais, além do serviço de ambulâncias e emergências que atendem a área ribeirinha. E este serviço é para o ano todo”, frisou.

Fonte: www.diariodoamazonas.com.br

Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

sexta-feira, 28 de junho de 2013

ALUNO DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS-UEA É UM DOS VENCEDORES DE ETAPA MUNDIAL DE COMPETIÇÃO DA NASA


Dilermando tem previsão de retorno para Manaus no mês de agosto



MANAUS - O aluno do curso de Engenharia da Automação e Intercambista da Universidade do Estado do Amazonas - UEA, Dilermando Ferreira, 21 anos, conseguiu junto a colegas da Universidade de Roma TorVergata o segundo lugar na etapa mundial do desafio internacional desenvolvido pela Agência Espacial Americana - NASA, o International Space Apps Challenge - Desafio Internacional Space Apps.
A divulgação do resultado final do desafio ocorreu no dia 20 de junho. A etapa internacional contou com a participação de 87 equipes de países como Marrocos, México, Bolívia, Turquia, Alemanha, França, Colômbia, Inglaterra, Itália, entre outros ao redor do mundo.

COMPETIÇÃO

O acadêmico uniu-se a um grupo composto por estudantes da China, Itália e Índia. Na primeira fase da competição, eles concorreram no desafio Deployable Greenhouse e saíram vencedores, com o projeto "Green on the Red planet", que consiste em uma estufa modular com elementos rígidos e infláveis para sustentar uma futura base humana em Marte. Este desafio aconteceu nos dias 20 e 21 de abril na Universitàdi Roma La Sapienza, na Itália.
A primeira edição do desafio da Nasa foi realizada em 2012 e, neste ano, a Itália emplacou sua primeira participação na ação que colocou os estudantes diante de 50 desafios para serem resolvidos usando soluções inovadoras (em inglês, as categorias foram divididas em software, hardware, citizen science e data visualization). A competição foi realizada simultaneamente em várias partes do mundo, com um total de 9.147 participantes.
A primeira parte do desafio foi a única presencial. As outras fases contavam com diversas equipes espalhadas pelo globo. Nesta segunda fase, os estudantes tinham que enviar o trabalho aos organizadores do International Space Apps Challenge através da Internet, com indicações de vídeo, textos e apresentações sobre a importância do projeto.

PROJETO

Para o intercambista da UEA, o desafio Space Apps Challenge serve de inspiração para os trabalhos realizados na Universidade e também para promover a integração com a comunidade acadêmica global. Ele também destacou a importância de dialogar e trocar experiências junto a equipe da Nasa.
"Em um dos e-mails que recebemos após o resultado, descobrimos que a equipe de engenheiros da Nasa que propôs o desafio Deployable Greenhouse gostaria de nos encontrar para falarmos sobre o nosso projeto na ocasião da premiação, que ocorrerá em novembro no Kennedy Space Center, nos Estados Unidos", afirmou.

RETORNO

Dilermando tem previsão de retorno para Manaus no mês de agosto. Até o retorno, ele pretende aproveitar ainda mais suas experiências no intercâmbio. "Durante esse período, pude viver diversas experiências acadêmicas, mas o International Space Apps Challenge foi de longe a mais importante. Não tenho palavras para descrever a sensação que eu senti, pois vencer um prêmio internacional e representar a minha universidade perante a Nasa são feitos que jamais havia pensado em realizar", concluiu o acadêmico da UEA.

* com informações da Assessoria de Comunicação da UEA

Fonte: www.acritica.com.br
Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA

segunda-feira, 24 de junho de 2013

INSCRIÇÕES NO PROUNI 2013 TERMINAM NA TERÇA-FEIRA, DIA 25 DE JUNHO





BRASÍLIA -  As inscrições para o Programa Universidade para Todos-ProUni estarão abertas até terça-feira, 25. O programa que oferece bolsas de estudo em cursos de graduação e sequenciais em instituições de ensino superior privadas, oferecerá 55.658 bolsas integrais e 34.352 parciais.
No primeiro dia de inscrições, sexta-feira, 21, o ProUni registrou 163,6 mil inscrições de 55,9 mil candidatos a bolsa - cada estudante pode fazer até duas opções de curso.
Para se inscrever no ProUni é preciso ter participado do do Exame Nacional do Ensino Médio-Enem e ter obtido no mínimo 450 pontos na média das notas. O candidato não pode ter zerado a redação e deve ter cursado todo o ensino médio na rede pública ou ter tido bolsa integral em escol particular.

PROGRAMA

As bolsas integrais do ProUni são para os estudantes com renda bruta familiar por pessoa de até um salário mínimo e meio. As bolsas parciais são para os candidatos com renda bruta familiar de até três salários mínimos por pessoa.
Os estudantes que participaram do Sistema de Seleção Unificado-Sisu e atendem aos requisitos podem também participar do ProUni. O Sisu seleciona candidatos às vagas das instituições públicas de ensino superior a partir da nota obtida no Enem. Segundo o balanço divulgado hoje pelo Ministério da Educação-MEC, 788.819 candidatos se inscreveram para 39.724 vagas - uma média de quase 20 candidatos por vaga.

Fonte: www.r7.com

Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

domingo, 16 de junho de 2013

O TOM DO TRABALHO SOCIAL DA AFAMA É O VOLUNTARISMO. SEJA UM COLABORADOR





MANAUS-AM. Há exatamente cinco anos e sete meses (16 de novembro de 2008), vários jovens estudantes de Atalaia do Norte registravam na história da comunidade atalaiense que vive em Manaus o marco da luta por razões sociais e educativas, que perduram nos dias atuais.
Depois de todo o planejamento, programaram e reuniam no Clube dos Oficiais da Polícia Militar do Amazonas cerca de 350 atalaienses, que não tinham quase nenhuma ou pouca relação um com o outro. Desde então, a aproximação foi se tornando um laço de afetividade forte e saudável. Nessa mesma ocasião, os estudantes resolveram criar a Associação dos Filhos e Amigos Residentes em Manaus-AFAMA, uma organização social sem fins lucrativos, de personalidade jurídica de direito privado. Sua finalidade se constituía em buscar meios legais e necessários para contribuir com o crescimento educativo e profissional dos próprios estudantes e dos atalaienses em geral, que desejam alcançar os degraus do sucesso.
Assim, os trabalhos foram se desenvolvendo: encontros para estreitar a relação entre todos e manter os laços, iniciação de projetos de apoio ao estudante; orientação educacional, dentre tantos outros. Ano a ano, pouco a pouco, e com o apoio de inúmeros voluntários, a AFAMA foi de fato se constituindo numa associação e conquistando os espaços de que precisava para apoiar o estudante atalaiense. Dentre as conquistas, citamos as seguintes: amigos que eram e são referência para os que desconhecem a realidade de Manaus, cestas básicas e colchões para os que mais precisavam, e, em alguns casos, apoio financeiro doados por colaboradores, etc. Na verdade, era o trabalho voluntário que deu e tem dado condições para a AFAMA colocar em prática suas ações.
Desde sua criação, a AFAMA já realizou dez confraternizações, nas quais têm prevalecido a alegria, a paz, o sorriso, as recordações dos grandes momentos da infância e da juventude, do reencontro dos mais velhos com amigos, filhos, netos e bisnetos. Encontros, cujos resultados são a satisfação de viver, de reencontrar, do abraço fraterno, da boa conversa e da vontade de ajudar o próximo, situação que enaltece mais ainda o logo da AFAMA: "AÇÃO ENTRE AMIGOS".
Vale destacar que o apoio que a AFAMA recebe dos colaboradores não a torna dependente desses colaboradores em seu plano político-social. Os pequenos projetos que desenvolve depende sim dos colaboradores, mas a administração e sua forma de atuar é independente, soberana.
Por conseguinte, não obstante, faz mister esclarecer o que é trabalho voluntário, a fim de que não haja dúvidas sobre o papel social da AFAMA: Teoria segundo a qual a vontade é a própria essência do universo. Trabalho voluntário é também o conjunto de ações de interesse social e comunitário em que toda atividade desempenhada reverte-se a favor do serviço e do trabalho. É feito sem recebimento de qualquer remuneração ou lucro.  É uma profissão indesejada por muito e um prestígio para poucos, uma vez que o voluntário ajuda quem precisa, contribuindo para um mundo mais justo e mais solidário. Aqueles, preferem ficar a assistir, a criticar as ações sociais, a agir em nome da soberba, do desprezo, da ignorância. Preferem criticar a elogiar, preferem se omitir a agir, preferem o anonimato a ser digno e ter identidade, preferem a discórdia à solidariedade.
Todos os membros da Diretoria Executiva da AFAMA são voluntários. Não há recompensa financeira pelo que fazem. Fazem pelo prazer de ajudar, de auxiliar, de assistir o próximo. Isso acontece desde a criação da AFAMA e vai continuar até realizar os sonhos, cujos benefícios serão de todos.
Em 2013, o trabalho voluntário da diretoria continuou, muito embora as parcerias que colaboraram para a manutenção da alimentação dos estudantes foi cessada temporariamente. Todavia, as negociações com novos parceiros estão nos ajustes finais e em breve os benefícios estarão à porta dos estudantes.
Especialmente vale destacar um dos maiores, senão o maior sonho da AFAMA: a concretização do Centro de Apoio ao Estudante Universitário Atalaiense-CAEUA. Esta obra será o maior legado que a Associação dos Atalaienses poderá deixar para os jovens que acreditam no futuro certo e promissor. Força de vontade, objetividade, inteligência e amor ao próximo são as ferramentas que estão sendo utilizadas para em médio ou longo prazo, de fato e de direito, realizar esse sonho.
Os trabalhos sociais vão continuar, a luta vai continuar e, aquilo que for possível e estiver ao alcance dos membros da Diretoria da AFAMA e, especialmente, dos colaboradores, voluntários e amigos, os estudantes terão uma referência positiva para assisti-los. Assim, aquele que desejar contribuir para o crescimento do povo atalaiense poderá sim ser parceiro e ajudar a construir um futuro de vitórias.
A AFAMA não promete, idealiza. Avante, Atalaia do Norte. AFAMA: AÇÃO ENTRE AMIGOS.

Texto elaborado por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br

domingo, 9 de junho de 2013

VALE DO JAVARI EM ATALAIA DO NORTE É ÁREA INDÍGENA DE DIFÍCIL ISOLAMENTO PARA OS ÍNDIOS


Entre as populações mais ameaçadas do Vale do Javari está a tribo dos korubos, um dos últimos grupos contatados pela Funai, em 2003, após confronto com madeireiros




MANAUS - A imensidão do Brasil revela que existem regiões que não foram desbravadas e que mantêm até hoje povos que habitavam o solo nacional antes da chegada das caravelas de Pedro Álvares Cabral. Na Terra Indígena Vale do Javari, na fronteira do Brasil com o Peru e Colômbia, por exemplo, existem entre 2 mil e 3 mil índios que nunca tiveram contato com o homem. O vale tem 8,5 milhões de hectares, sendo considerado o maior mosaico visual de referências indígenas isoladas do mundo.
Nos últimos 15 anos, nove servidores da Fundação Nacional do Índio (Funai) morreram tentando contanto com tribos isolados na região. Atualmente, a luta que ocorre diariamente é para preservar o direito dos índios de permanecer no isolamento. A região tem mais de dez mil índios contatados e 16 referências de índios isolados, sendo nove confirmadas.
Segundo o coordenador regional da Funai, Bruno Pereira, a política de acabar com os contatos com grupos isolados partiu da experiência de indigenistas, funaianos e sertanistas que, ao longo de 120 anos de indigenismo de Estado, comprovaram que a aproximação era feita sem o cuidado devido e somente os índios se prejudicavam. O principal dano eram as doenças contagiosas, que quase levaram etnias à extinção como ocorreu com os matis, também chamados de matsés, etnia reduzida a menos da metade em apenas dois anos.
“Depois veio a política de educação e introdução dos índios no universo do que existe aqui fora. Então, o Estado reconheceu, com base no decréscimo populacional indígena e no perigo do contato que sempre foi pernicioso para os povos indígenas, que o mais correto seria reconhecer o direito dos índios de permanecerem isolados. Eles que escolheram o isolamento voluntário e quando estranhos invadem, eles defendem território”, disse.
Korubos
O último grupo contatado foi da etnia korubo, em 2003, conhecidos como caceteiros da Amazônia. Atualmente o grupo de korubo tem 29 índios. Eles mataram alguns madeireiros que invadiram a mata em busca de madeira e queriam expulsar os índios do próprio território. Três índios korubos morreram no confronto, o que fez com que eles se aproximassem de algumas comunidades na região de Atalaia do Norte, a 1.138 quilômetros de Manaus. A Funai foi acionada para tentar acabar com o confronto.
O coordenador é enfático ao explicar que o contato só ocorreu porque os korubo estavam se aproximando da cidade e poderiam acontecer mais conflitos e, consequentemente, mais perdas. “O objetivo era evitar trocar pau por chumbo porque num conflito aberto os korubo ficariam com a pior parte. Não queríamos mais derramamento de sangue de nenhum lado”, disse Pereira.
Um servidor da Funai morreu tentando se aproximar dos korubo, porque eles estavam inconformados com a perda dos irmãos índios e achavam que todos que se aproximassem eram inimigos. “No início foi difícil. É um processo demorado. Até hoje temos que ter cuidado no trato com eles. Tem korubos que até hoje têm chumbo no rosto e nas pernas, vítimas de tiros”, disse.
Três perguntas para Bruno Pereira - coordenador do Vale do Javari
1. Os confrontos com índios são frequentes?
Não. Os conflitos reduziram muito com madeireiros e garimpeiros nos últimos anos. Quando foram criadas as frentes de proteção, os índios estavam num processo de extinção, de genocídio. Os madeireiros estavam extinguindo, matando aldeias inteiras. Temos relatos claros e comprovação fotográfica e tudo que se possa imaginar que prova esse crime em larga escala.
2. Qual o principal problema para preservar o isolamento dos índios?
Hoje nosso problema maior não é mais a madeira. Já foi, até o último conflito grande, em 2003. Hoje são os caçadores e pescadores profissionais que surgem de toda parte. Eles são grandes conhecedores da mata também e a gente tem um sistema de vigilância com pessoas especializadas, indígenas contatados que nos ajudam, monitoram esses grupos e tentam, com órgãos de segurança, apreender os materiais e impedir conflitos com os índios isolados.
3. O número de servidores da Funai basta?
Temos 45 servidores que atuam no Vale do Javari e parte desse grupo trabalha especificamente com índios isolados e de recente contato. É um grupo especializado com conhecimento de mata que mora nessas bases e faz expedições que duram de 30 a 60 dias. Na década de 80, a situação era pior porque estavam fazendo pesquisa para a prospecção de petróleo na região e os índios mataram um servidor da Funai e dois da empresa que estava fazendo o estudo.

Fonte: www.acritica.com.br
Por Rubem Tadeu - Presidente da AFAMA
rtcastroalves@bol.com.br